TEOLOGIA EM FOCO

sexta-feira, 21 de junho de 2013

MAÇONARIA


I.     INTRODUÇÃO

O título deste tópico pode parecer estranho, tanto para os maçons como para muitas outras pessoas, uma vez que a maçonaria é considerada uma sociedade secreta e não religião. A finalidade deste estudo é alertar os cristãos sobre a maçonaria e confrontar essa seita à luz da Bíblia, ressaltando sua incompatibilidade com o cristianismo. Embora muitos consideram a maçonaria apenas como uma sociedade, na verdade, ela é uma religião: “O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande Arquiteto do Universo” [Braviário maçônico, Rizzardo do Camino, 2ª Ed., Ed Madras, SP, 1997, p.194].

Em outras declarações, afirma Rizzardo do Camino:

“A maçonaria pode ser uma religião no sentido estrito do vocábulo, isto é, na harmonização da criatura com o Criador. É a religião maior e universal; o contato com a parte divina; é a comunhão de uma loja ou templo interior de cada maçom” [Ibid., p. 337].

Continua: “Neste mundo tão materializado, se faz necessário e com muita urgência, apresentar a Ordem maçônica sob uma ótica mais sutil e mais esotérica, porque não basta que o adepto freqüente a sua Loja como se fosse um Clube de serviço. Ele necessita de uma renovação ‘espiritual’, porque a Sociedade e humanidade estão clamando por socorro e só os homens de formação espiritual poderão atender aos sucessivos apelos” [Maçonaria mística, Ed. Madras, SP, 1996, p.9].

Henry Wilson Coil, autor maçom, declara:
“A maçonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas […] O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o individuo à comunhão com aqueles que tenham os mesmo sentimentos? [..] [E exatamente isso que a Loja faz” [Coil’s Masonic Ecyclopedia, Macoy Oublishing, Nova York, 1961, p. 512].

Etimologicamente, o termo maçom provém do baixo latim machio, “macio”, do alemão metz, “cortador de pedra” do inglês mason, e do francês maçon, “pedreiro”.

Discute a construção da Torre de Babel e o império mundial estabelecido por Ninrode e Semíramis, na Babilônia. Como as religiões de mistério foram formadas e preservadas ao longo dos séculos, até as Cruzadas, com os Cavaleiros Templários, que deram origem à Maçonaria.

Autores com Ed Decker e Ron Carlon apresenta a doutrina maçônica relacionada à religião egípcia:
“No Egito e na Babilônia foram inventados alguns dos nossos símbolos, representado as mais profundas verdades que nos foram legadas por nossos ancestrais brancos” [Maçonari, e fé Cristã, J. Scott Horell, Ed. Mundo Cristão, SP, 1995, p. 121].

Albert Pike, chamado de o “Platão da maçonaria”, declara: “Toda loja maçônica é um templo religiosos e seus ensinos são instruções religiosas. É a religião universal, eterna, imutável” [Maçonaria do outro lado da luz, Ed. Luz e vida, Curitiba, PR, 2ª Ed., 1997, p.33].

O pastor Harol Reimer, em seu livro maçonaria: a resposta de uma carta questionada: “Não sei o que falta para a maçonaria ser uma religião. Tem templo, tem membros, tem doutrinas, tem batismo, tem um deus e tem reuniões.

Segundo afirmações dos próprios maçons, a maçonaria não é uma sociedade secreta. “Isso é calúnia dos adversários”, apregoam. Dizem, ainda, em alto e bom som, que a maçonaria é discreta, não secreta. Na Constituição do Grande Oriente do Brasil, art. 17, onde se especifica os deveres das lojas, sob a letra p vem a seguinte norma: “nada expor, imprimir ou publicar sobre assunto maçônico, sem expressa autorização superior da autoridade a que estiver subordinada, salvo Constituições, Regulamentos Gerais, Regimentos Particulares, Rituais, Leis, Decretos e outras publicações já aprovadas pelos Poderes competentes. Toda e qualquer publicação atentatória dos princípios estabelecidos nesta Constituição ou da unidade da Ordem sujeitará os seus autores às penalidades da Lei”.

II.   HISTÓRIA

Alguns membros da maçonaria afirmam que ela teve início com o templo de Jerusalém, construído por Salomão. Mas, segundo o dicionário da maçonaria, foi fundada em 24 de junho de 1777, em Londres.
No século XVII, pedreiros em grupo viajavam pela Europa construindo catedrais para Igreja, edifícios públicos e monumentos para os reis. Construíam também “lojas” para si mesmos, para hospedagem reuniões e descanso. Não eram lojas como conhecemos hoje, mas prédios apropriados para os fins já ditos. A primeira grande “loja” surgiu na Inglaterra em 1717. O termo maçom em inglês é mason e significa pedreiro.

Hoje a maçonaria possui aproximadamente 33.700 lojas em todo mundo, sendo que 15.330, estão nos EUA.

Cerca de seis milhões de maçons em todo mundo e em 164 países, dos quais 150 mil estão no Brasil.

Apesar da oposição da Igreja Católica, os maçons estão presentes na religião e entre os fundadores de seitas mundiais, tais como: testemunhas-de-jeová e mormonismo. Segundo Fritz Springmeier, o autor do livro The Watchtwer and the masons (a Torre de Vigia e os maçons), Charles Taze Russell, teve ligação com a maçonaria. E baseia suas afirmações nos seguintes fatos: Russel pregou em lojas maçônicas, havia em seu túmulo uma pirâmide e usou dentro da coroa como logo-tipo da Sociedade Torre de Vigia, impresso nas edições da revista The Watchtower – a atual Sentinela – até 1930.

A maçonaria tem seus próprios regulamentos e disciplinas, exigindo obediência e conformidade absoluta ao sem credo.

Cada membro ao entrar nesta sociedade presta votos secretos, os quais dizem ser indissolúveis, podendo até, nos tais votos: desejar morte horrorosa, se acaso tenha divulgar o que votou.

Para cada juramento ou voto prestado, o valor na escala hierárquica aumenta o grau do castigo também.

Exemplos:
1        Para o primeiro grau: QUE SEJA ARRANCADA PELAS RAÍZES A LÍNGUA, orando a Deus, que seja assim.

2        Para o segundo grau: O CORAÇÃO.

3        Para o terceiro grau: AS ENTRANHAS e por fim QUE SEJAM QUEIMADOS VIVOS.

Cumprem um ritual Hindu, com nomes e divindades bíblicas substituídas. Têm uma terminologia peculiar, símbolos secretos, funções misteriosas, conhecidas somente por seus membros. Comprometidos em juramento, sob pena de morte.

Na linguagem adotada, Deus o Criador é chamado ORIENTE ETERNO, os adeptos: IRMÃOS. A hierarquia tem título de acordo com a posição e função. O presidente é denominado GRÃO-MESTRE.

Os irmãos espalhados pelo mundo, todos se conhecem através da saudação secreta. Sinais convencionais e pseudônimos são meios pelos quais se identificam.

O lado religioso é puramente teosófico. Aceitam a doutrina da reencarnação. Falam acerca de Deus e de Cristo, até usam a Bíblia aberta, como um de seus símbolos, tudo não passa de uma farsa, são expressões camufladas.

III.  BÍBLIA

A maçonaria se vangloria de honrar a Bíblia como Palavra de Deus. Ensina que ela é a sua grande luz e recomenda aos maçons que a estudem regularmente.

Segundo a maçonaria, existem três grandes luzes: a luz da Bíblia, a luz do esquadro e a luz do compasso.

Realmente crê na Bíblia, mas somente como um símbolo da vontade de Deus e não fonte de ensinamento divino.

Disse Coil:
“A opinião maçônica prevalecente é que a Bíblia constitui apenas um símbolo da vontade, lei ou revelação divina, e não que seu conteúdo é lei divina, inspirada ou revelada”.

Na página 122 do Dicionário da maçonaria, vemos que a decoração da loja maçônica apresenta o volume da ciência sagrada, o esquadro e o compasso. Entretanto, a Bíblia não é o único livro reconhecido como o volume da ciência sagrada, os livros de outras religiões também são aceitos como tais.

Fica evidente, então que a Bíblia não é usada pelos maçons como regra de fé e práticas, mas tão-somente como símbolo, como acontece com a bandeira, que representa coisas importantes para um povo, como por exemplo, sua liberdade. Para os maçons, a Bíblia, simplesmente representa a Palavra de Deus, mas somente nos lugares em que o cristianismo predomina. Se considerarmos, por exemplo, a loja de Utah, EUA, a Palavra de Deus está representada pelo Livro de Mórmon; na Índia, pelos Vedas; nos países árabes, pelo alcorão.

Como o cristianismo recebe a Bíblia?

A Bíblia é um livro inspirado por Deus (2ª Pe l.20-21; 2ª Tm 3.16; At 1.16), a Bíblia é um livro cristocêntrica. O tema central da Bíblia Sagrada é a pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo (Lc 24.44; Jo 7.42), Cristo as aprovou (Mt 4.4; Jo 5.39), Cristo ensinou por elas (Lc 24.27), foram cumpridas por Cristo (Mt 5.17), foram lidas por Cristo (At 8.32), é a Palavra que julga (Jo l2.48), não deve ser alterada (Dt 4.2; Dt 12.32; Pr 30.6), seu estudo é um mandamento (Is 34.16; Dt 6.6-9; Dt 17.19; Dt 11.19; Mt 22.29), dar esperança aos homens (Rm 15.4), dar conhecimento da vida eterna (1ª Jo 5.13).

IV.  PRINCÍPIO DO CREDO RELIGIOSO

Deus é uma divindade composta. Um ser identificado como Jeová, Baal e Osíris, isto é, uma composição de três pessoas em um só Deus, representado abreviadamente pelas letras: J. B.

Os maçons conhecem e tem um outro nome especial para seus deuses. Deus é conhecido como sendo o Divino e Grande Arquiteto do Universo.

Afirmam que Cristo está no mesmo plano que Buda (Japão); Balbur (África); Osíris (Egito); Adonis (Grécia). A Bíblia para eles é um composto do grande alcorão (Muçulmano).

Negam a necessidade da obra expiatória de Cristo e alegam que o homem é o seu próprio salvador, através dos esforços e caridade praticada em favor dos menos afortunados.

De acordo como famoso maçom Alberto Pike, a Maçonaria é uma busca da luz. Só que é uma busca nunca satisfeita, porque não é feita segundo Deus (1ª Pe 1.19; Sl 119.105; Jo 12.36). Os maçons orgulham-se de seus ritos secretos, símbolos e cerimônias, mas a verdadeira luz e uma pessoa, a saber Cristo, que revela-se generosamente a todos, mas é preciso que creiamos nele para que andemos na sua luz (Jo 12.35-36).

1.   A salvação – como é vista na Maçonaria.
Lá não se fala da necessidade de salvação, transformação, regeneração agora. O melhoramento do ser humano vem aos poucos, e por fim parte daqui com a falsa esperança de felicidade no mundo além. Mas Deus declara que a salvação é agora, e que ela começa aqui. O céu será a sua continuação, já em plenitude.  Ver o agora de Deus quanto à salvação da alma, At 17.30; Hb 3.15; Lc 19.42; 19.9; Pv 22.19; Dt 11.26-28.

Tanto a Maçonaria como o Rosacrucianismo ensinam constantemente que a vida moral irrepreensível é suficiente, mas Deus nos diz que nossas obras de justiça são como trapos de imundície para nos salvar (Is 64.6; Tt 3.5; Rm 7.18; Jo 15.14-16). É um trágico engano, engendrado pelo Diabo, a pessoa crê que todas as religiões são boas, e, baseado nisso, ser um bom moralista e achar que tudo está bem diante de Deus.  Deixamos claro que não temos nada contra a Maçonaria e o Rosacrucianismo quanto à moral, mas quanto às ideologias religiosas.

2.   A ideia  de Deus.


Essas situações descrevem precisamente a adoração que ocorre nas lojas maçônicas hoje em dia. A Maçonaria ensina que há apenas um Deus e que os homens de todas as religiões adoram a esse Deus único usando uma variedade de nomes diferentes. Na loja maçônica, todos se unem em oração conjunta ao Grande Arquiteto do Universo (GADU). Quando Christopher Haffner escreveu Workman Unashamed, The Testimony of a Christian Freemason (Um Obreiro Não-Envergonhado, o Testemunho de um Maçom Cristão), defendeu corretamente o ensino maçônico ao escrever:

“Agora imagine que eu esteja na loja com minha cabeça curvada em oração entre o irmão Mamede Bokhary e o irmão Arjun Melwani. Para nenhum deles o Grande Arquiteto do Universo é entendido como sendo a Santíssima Trindade. Para o irmão Bokhary, ele revelou-se como Alá; para o irmão Melwani, provavelmente é entendido como Vishnu.

Como acredito que há apenas um único Deus, fico diante de três possibilidades: Eles estão rezando a um demônio enquanto eu rezo a Deus; rezam a ninguém, pois seus deuses não existem; oram ao mesmo Deus que eu, embora suas compreensões sobre a natureza dele sejam imperfeitas (como também a minha – 1ª Coríntios 13.12). É sem hesitação que aceito a terceira possibilidade” [Workman Unashamed, pg 39].

Na Maçonaria Deus é chamado O Grande Arquiteto do Universo. É em parte devido a isso, e também devido à sua herança histórica, que os símbolos místicos da maçonaria são de instrumentos de construção: compasso, régua, esquadro, nível, prumo, etc. De fato, o nome de Deus é mencionado, inclusive nas orações rituais, mas na realidade o deus a que se referem é outro.

O Deus da Bíblia, adorado pelos cristãos, é conhecido por vários nomes, mas isso não muda a verdade de que se trata de um único Deus.

A maçonaria não aceita o Deus de nenhuma religião. Então, o que faz? Transforma em crença e os deuses numa única forma: (GADU). E, com isso, faz uma grande confusão imensa de seus conceitos. Primeiro diz que não interfere nos princípios religiosos de cada seguidor. Depois, ensina ao seu seguidor o único nome pelo qual se deve chamar Deus. Em seguida, exige a crença em um “ser Supremo”, afirmando que se alguém clama por deuses de diferentes nomes é porque não os conhece melhor, devido à ignorância espiritual. Então, se propõe a remover essas trevas, revelando que, embora imperfeitos, todos os homens são dignos de adorar o único Deus verdadeiro.

Mas é difícil entender quem é essa divindade de que trata a maçonaria, porém, sabemos que não é o Deus da Bíblia. O leitor dos ensinamentos de Albert Pike sobre Deus reconhece isso, porque a maçonaria se refere à sua divindade usando nomes de deuses considerados abomináveis pela Bíblia.

Na verdade, a maçonaria não é apenas uma entidade religiosa com conceitos pagãos, mas o reavivamento dos antigos cultos pagãos de mistérios.

No grau do real arco do rito de York, o maçom reconhece que o verdadeiro nome de Deus é Jabulon, que até os três primeiros graus era conhecido como GADU. Nesse mesmo rito, a maçonaria une Yahqeh a divindades pagãs, como Baal, On e Osíris.

Cada sílaba da palavra Jabulon representa um deus. Segundo Coil, é uma associação de Javeh, baal,, ou bel, e on (Osíris, deus-Sol do Egito).

Já – representa Javé.
Bul, ou Baal – representa o antigo deus canaanita, deus nacional dos finícios, terra de Hirão, rei de Tiro (2º RS 1.2-4).

On – representa Osíris, o misterioso deus do Egito.

Ora se a maçonaria teve inicio no templo de Jerusalém, construído por Salomão, então ela se desviou de seu propósito, porque, segundo a Bíblia, esse templo fora erguido para que o nome de um Deus específico e único permanece, o que exclui os demais deuses (1º RS 9.3; 2º Cr 7.16).

“Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras” (2ª João 1.9-11).

Com o entendimento dessa passagem é possível saber que aqueles que organizaram o paganismo conhecido como Maçonaria não eram cristãos. Eles não perseveraram nos ensinamentos das Escrituras. Será que os cristãos substituiriam o nome Deus por GADU e sumiriam com o nome de Jesus, para que os pagãos pudessem se juntar a eles na oração sem se sentirem ofendidos? Não, os cristãos verdadeiros compartilhariam Jesus com os pagãos para que eles também pudessem alcançar a salvação pela fé nele. Além disso, os cristãos verdadeiros não leriam as Escrituras para depois dizer que a revelação deles é tão imperfeita quanto a pagã!

É verdade que há um único Deus. No entanto, todos os homens, especificamente os pagãos, não adoram a esse único Deus. Os adoradores de Baal aprenderam essa verdade no monte Carmelo. Baal não é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. O julgamento foi rápido no monte Carmelo (veja 1º Reis 18.20-40). O deus da Maçonaria, o GADU (Grande Arquiteto do Universo), também não é o Deus da Bíblia.

Deus julgará os maçons que não se arrependerem e continuarem adorando o GADU, da mesma forma como julgou os adoradores de Baal:

3.   A ideia de Jesus.


Afirmam que Jesus, dos 12 aos 30 anos, viveu no Himalaia, com os monges do Tibete, sendo ali conhecido por Profeta Issa. Isso significa abandonar a verdade eterna da Palavra de Deus e seguir fábulas e invencionices pagãs, forjadas pelo Inimigo.

Jesus, entre sua adolescência e os trinta anos, viveu em Nazaré, trabalhando como carpinteiro (Lc 4.16; Mt 13.54,55; Lc 3.23). Esta é a verdade insofismável e não fábulas artificialmente compostas a respeito de Jesus (2ª Pe 1.16).

Por outro lado, o a maçonaria afirma que Jesus foi um espírito humanamente evoluído assim como Buda.

Isto é descrer na Bíblia que afirma que Jesus é Deus (Mt 1.21; Hb 1.8); é chamar Deus de mentiroso, pois de Jesus Ele disse: “Este é o meu Filho amado” (Mt 3.17; 1ª Jo 5.9-10).

O Cristo maçônico é, e sempre foi o objetivo final da Novus Ordo Seclotum (Nova Ordem das Épocas ou Nova Ordem Mundial). No entanto, esse cristo maçônico não de forma ou aspecto algum, Jesus Cristo, pelo contrário, o Cristo maçônico é o Anticristo! Por ser essa a verdade, proeminente líderes maçônicos do passado se referiam muito positivamente a Lúcifer:

Lúcifer, o portador da luz! Estranho e misterioso é o nome dado ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o filho da Manhã! É ele quem carrega a luz, e com seu esplendor intolerável, cega almas fracas, sensuais ou egoístas? Não duvide disso” [Albert Pike, Morals and Dogma of the Anciente and accepted Scottish Rite of Freemasonry, pg 321, Décimo Nono Grau, Grande Pontífice; ênfase adicionada].

Que revelação! Desde o primeiro grau, o maçom é estimulado fortemente a buscar a luz! O maçom normal diz continuamente que está “buscando a luz” e irá passar sua vida inteira “indo de encontro com a luz”. Quase todo mundo da civilização ocidental irá entender que essa “luz” é a revelação do Deus da Bíblia; de fato, essa declaração é usada continuamente para tentar nos convencer que a maçonaria é cristã. Aqui, porém, Albert Pike está dizendo que Lúcifer é aquele que porta a luz da maçonaria! Lúcifer é o portador da luz da maçonaria.

4.   Maçonaria e Salvação.
O escritor maçon L. U. Santos, na sua obra intitulada Literatura maçônica contemporânea, edição de 1948, p. 32, escreveu: “somente a maçonaria é capaz de redimir a humanidade, meus irmãos”.

A salvação maçônica fundamenta-se em boas obras que o homem possa praticar. Por isso estimula os seus adeptos a progredir até atingir um padrão moral tal que ao morrerem, estejam em condições da habitar nos céus.

Nada tenho contra a maçonaria como sociedade filantrópica, isso é um dever de todos, mas como religião posso dizer que está fora dos padrões ortodoxos das Escrituras.



V.   O SINCRETISMO DA MAÇONARIA


A Maçonaria defende-se aqui alegando que pessoas, famílias, firmas e igrejas também têm seus assuntos secretos, quando na realidade são assuntos privativos, jamais esotéricos e herméticos como os da Maçonaria e Rosacrucianismo. Nos cultos, nos templos, nos Institutos Bíblicos, tudo é feito às claras; à vista de todos. Este sincretismo da Maçonaria entra em choque com os ensinamentos da Palavra de Deus (ver Jo 7.26; 18.30; Is 45.19; 48.16).

Há 33 graus (no rito escocês) para quem pretende subir a escala hierárquica da Maçonaria. Cada grau desses, tem seu pacote de ensinamento oculto, exclusivo daquele patamar. Se os mistérios e segredos da Maçonaria são bons, porque não divulgam para o benefício de todos? Se são maus, porque os conservam?

Pontos Fundamentais:
1) Pike ensina que a Maçonaria é uma religião [pg. 213, Décimo Terceiro Grau].

 2) Confirma que a Maçonaria é a religião de um mundo unificado, que abraça todas as religiões dos mistérios antigos [pg. 524 e 541, Vigésimo Sexto Grau; pg 624, Vigésimo Oitavo Grau].

3) A Maçonaria mente para seus membros até que estejam prontos para “aceitar a verdade” [pg 224, Décimo Quarto Grau; pg 840, Trigésimo Segundo Grau; pg 103-5, Terceiro Grau; pg 329, Vigésimo Grau; pg 817, Trigésimo Grau].

4) A Maçonaria adora a natureza, especialmente o sol [pg 718, Vigésimo Oitavo Grau; pg 718 e 776, Vigésimo Oitavo Grau; pg 643-4, 672].

5) O ensino da Maçonaria sobre Jesus Cristo cumpre a definição bíblica do Anticristo em 1ª João 4.1-2, na página 563, 567, Vigésimo Sexto Grau; ensina que Jesus Cristo não é único, [pg 539, 576, Vigésimo Sexto Grau].

6) Deus é deus das forças [pg 102, Terceiro Grau], cumprindo assim a profecia em Daniel 11.38]; Deus não é um ser absoluto, pg 223, Décimo Quarto Grau; Deus habita em toda a matéria, como ensina o hinduísmo, pg 710, Vigésimo Oitavo Grau].

7) A vida eterna é obtida pelas obras, pg 219, Décimo Quarto Grau, pg 399, Vigésimo Quarto Grau; pg 538, Vigésimo Sexto Grau].

8) A deusa Ísis outorga “novo nascimento” às pessoas a quem os segredos de sua religião podem ser confiados, [pg 338, Vigésimo Quarto Grau].

Importância do Livro; Contribuição Oferecida: [Citando a editora Kessinger Publishing]. “A Maçonaria e os rituais maçônicos de acordo com Albert Pike. Albert Pike foi a primeira pessoa a escrever uma análise detalhada explicando o significado dos vários graus do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria. Ele escreve em um estilo esotérico e filosófico; não é uma leitura fácil. Todos os graus no Rito Escocês são explicados...”.

VI.  AS JURAS DA MAÇONARIA


Os maçons defendem-se aqui alegando que no meio religioso, social e civil há também juras por ocasião do batismo com água, casamento, juramento à bandeira, posse de cargos públicos, colação de grau, etc. Mas aí não são juras como na Maçonaria; são compromissos, e, além disso, são públicos e escritos em documentos públicos. Se trata de um crente, ele entra aqui em colisão como as Escrituras quando diz: Ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24). Sim, porque a Maçonaria por essas juras governa a liberdade moral do indivíduo. Na passagem acima, Jesus não disse que é difícil servir a dois senhores; ele disse: ninguém pode, isto significa impossível (ver Mt 5.34-37; Lv 5.4; Tg 5.12).

Em cada grau, o maçom é submetido a um juramento. E diz:

“Eu, (cita o seu nome), juro e prometo, de minha livre vontade e por minha honra e pela minha fé, em presença do grande Arquiteto do Universo (GADU), (uma das maneira como os mórmons se referem a Deus) e perante esta assembléia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um legitimo irmão ou em uma loja regularmente constituída; nunca os descrever, gravar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los.

“Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e meu corpo enterrado na arreia do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento sendo declarada sacrilégio para com Deus e desonrado para homens. Amém”.

O juramento da maçonaria é proibido pela Bíblia (Mt 5.34; Tg 5.12; Lv 5.4), pois tem um caráter profano. Por meio dele, o cristão declara que entregará seu corpo para ser mutilado por uma sociedade secreta. O nosso corpo pertence a Deus e não estamos autorizados a entregá-lo a uma sociedade mundana (1ª Co 6.19-20).

O seu segredo organizado e sistemático é contrário ao ensino bíblico (Jo 18.20; Mt 10.26-27; Mt 5.14-16). Satanás é o príncipe das trevas e as trevas são refúgio do pecado (Jo 3.19-21; Ef 5.8, 11).

Não pode haver sociedade entre o fiel e o infiel (2ª Co 6.14-17). Tal juramento estabelece mais do que amizade entre as pessoas, estabelece fraternidade indissolúvel, e a promessa de guardar segredos ainda é desconhecidos (Lv 5.4).


Em verdade, o juramento proferido no ato iniciatório da maçonaria é uma escravização da consciência. Não podemos, como cristãos, submeter nossa consciência a um poder estranho (2ª Co 5.10).







VII.     CONFISSÃO DO PRIMEIRO GRAU



No primeiro grau da maçonaria, o candidato admite que é profano que está nas trevas em busca de luz. Isso porque a maçonaria afirma que todos os que não são maçons estão em trevas.


A palavra profano aparece na carta aos Hebreus 12.16 com relação à pessoa de Esú. Profano significa um homem secularizado. A Bíblia diz que éramos trevas antes de conhecermos a Jesus (Ef 5.8-12). Jesus, a luz do mundo (Jo 8.12; 12.46), nos transportou do reino das trevas para o reino da luz (Cl 1.12-14), por isso somos filhos da luz (1ª Ts 5.4-5). Diante disso, como o cristão pode aceitar essa condição de profano que está em trevas e vai buscar a luz na maçonaria?

Pr. Elias Ribas
E-mail para contato:
pr_eliasribas@yahoo.com.br

FONTE DE PESQUISA


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3.      BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
4.      BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
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22.  PAULO CÉSAR SEMBLANO DA COSTA, Pelo Lado de Fora É uma Igreja Evangélica — Por Dentro Está Adornada com Chocantes Símbolos Ocultistas, http://www.espada.eti.br/n2174.asp - acesso dia 11/03/2009.
23.  RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
24.  RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
25.  RAPHAEL S LINHARES, Maçonaria, “A Nova Ordem das Épocas” - A Nova Ordem Mundial: http://www.espada.eti.br/n2001.asp - acesso dia 26/02/2009.
26.  RELIGIÕES E SEITAS. IBADEP. 1ª Edição, 2003, Site, www.ibadep.com
27.  RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
28.  RON RIFFE, maçonaria, a Espada do Espírito, http://www.espada.eti.br/n2001.asp, acesso 09/12/2008.
29.  SIMBOLOS MAÇÔNICOS, http://intellectus-site.com/site2/images/MasonicStructure.gif ACESSO DIA 21/05/2009.
30.  SEITE – INTELLECTUS, A maçonaria, braço direito do diabo, http://intellectus-site.com/site2/artigos/maconaria-braco-direito-do-diabo.htm acesso dia 24/03/2009.
31.  SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
33.  SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
34.  SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.
35.  HISTÓRIA DA TORRE DE BABEL, www.historiadomundo.com.br/babilonia/torre-babel/ - acesso dia 19/05/2009.


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Um comentário:

  1. SOIS MAÇOM? MMIICTMRR.AMADO, eu sou filho de maçom, e fui maçom de todos os graus e qualidades desde os grau 01 até 33º de vários ritos. tenho um testemunho por que sou o protagonista verdadeiro. Podem copiar os livros, a escola maçônica não é mais secreta no Brasil e todos sabem tudo, até encontrar uma loja maçônica, entrar conhecer e tirar todas as dúvidas, que pastores evangélicos não sabem a resposta. assim vive 27 anos envolvidos com as seitas. Eu recomendo vc ler o livro do pastor evangélico, presbieriano de ATHOS VIEIRA DE ANDRADE, "maçonaria e religião uma parceria que deu certo", foram brigar na justiça e os presbiterianos perderam. Todos os derivados escritos por aluns maçons refletem a sua desobediência em manter o "sigilo". Na Europa precisamente na Alemanha, Inglaterra e França explodiram com as descobertas de pastores modernos que não conheceram as origens. É uma seita GADU, não é Deus, mas a BÍBLIA, O LIVRO DA LEI que poucos maçons conhecem e tem intimidade são poucos como hoje me converti, prego as revelações que Deus permite e que possa alcançar para eles a sua salvação. Se forem para o facebook, la não se respeita direitos autorais e as publicações é um forma de satisfazer o ego; EU SOU MAÇOM, eu tenho rebatido, para que os marcos da maçonaria permaneçam no mesmo lugar. Finalmente Parabéns, foi bom que as coisas esquecemos e de quando em vez os pastores evangélicos abrem o cofre do coração e derramam seus preconceitos e fazem julgamentos. Penso que não vale mais dizer que sou um Homem livre e de bons costumes, que logo pensam esse tem ligação com Baal. É assim mesmo, pois quando Deus quiser acaba com as sociedades secretas, tenho plena convicção Ele o fará. HALLELUYAH.

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