TEOLOGIA EM FOCO: Junho 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

A MAÇONARIA REALMENTE É UMA RELIGIÃO?


Segundo o Antigo Testamento (Gênesis 11.1-9), a torre construída na Babilônia pelos descendentes de Noé, com a intenção de eternizar seus nomes. A decisão era fazê-la tão alta que alcançasse o céu. Esta soberba provocou a ira de Deus que, para castigá-los, confundiu-lhes as línguas e os espalhou por toda a terra.

Este mito é, provavelmente, inspirado na torre do templo de Marduk, nome cuja forma em hebraico é Babel ou Bavel e significa “porta de Deus”. Hoje, entende-se esta história como uma tentativa dos povos antigos de explicarem a diversidade de idiomas. No entanto, ainda restam no sul da antiga Mesopotâmia, ruínas de torres que se ajustam perfeitamente à torre de Babel descrita pela Bíblia.



Muitos arqueólogos relacionam o relato bíblico da Torre de Babel com a queda do famoso templo-torre de Etemenanki, na Babilônia, depois reconstruído pelo rei Nabopolasar e seu filho Nabucodonosor II. Dizem também que a torre foi um zigurate, uma construção piramidal escalonada.

Há a ideia de que a finalidade era construir uma torre muito alta, e postar acima dela um objeto de idolatria. Sendo assim, todos que olhariam para os céus, mesmo a distância, avistariam a idolatria. E assim, as pessoas acabariam assimilando a idéia de que era a idolatria que controlava o que acontecia lá em baixo. Esta era uma guerra contra o verdadeiro Deus.

À medida que o sol aparecia no horizonte nas planícies de Babel, o céu era tingido por uma variedade de cores. O Poderoso Caçador contemplava os primeiros raios de luz que batiam na estrutura colossal. As instruções tinham sido explícitas, os planos tinham sido seguidos nos mínimos detalhes, e agora, a torre imponente que serviria como catalisadora da cultura e tecnologia do passado distante estava praticamente concluída. Não era apenas uma obra construída com pedras. Era muito mais significativa que apenas sua aparência física. Era algo esotericamente espiritual e profundamente religiosa. A religião que representava, os “Antigos Mistérios”, continha crenças e doutrinas de uma era anterior; uma época quando os homens e os seres angélicos caídos experimentavam juntos todas as paixões que podiam imaginar. Ninrode aquecia-se com os raios de sol da aurora e era tomado de uma imensa euforia de satisfação pessoal, mas neste mesmo dia o próprio Deus estorvaria seus planos ambiciosos de estabelecer um império mundial.

A construção seria interrompida. Os sonhos de Ninrode seriam feitos em pedaços, mas mesmo com sua morte e posterior desmembramento de seu cadáver, os Mistérios Antigos continuariam a existir. Com a ajuda da viúva e do filho (Semíramis e Tamuz), a Sabedoria Antiga seria cuidadosamente preservada na Religião de Mistério da Babilônia. Quando os seguidores de Ninrode se espalharam pela face da terra, levaram os Antigos Mistérios desde o Egito até a China. Com a passagem do tempo, a Sabedoria Antiga foi guardada pela “elite de pessoas sábias” da Babilônia, da Média e da Pérsia, de Pérgamo e de Roma. Ela encontrou um bom refúgio nas religiões orientais, na Cabala judaica e no gnosticismo ocidental.

Após a virada do terceiro século da nossa era, o poder da Igreja de Roma começou a crescer. No entanto, isso provocou um cisma entre os guardiães dos Mistérios. Quando Constantino adotou o cristianismo, a Igreja Católica Romana recebeu a influência de muitas das doutrinas das Religiões de Mistério da Babilônia. “Isso resultou em algo muito diferente daquilo que Jesus Cristo e seus discípulos ensinaram. Os ensinos da Igreja Romana tornaram-se uma forma sofisticada de filosofia pagã camuflada com os ensinos de um Deus onipotente e transcendente”.

A Igreja adotou a adoração da mãe e do menino, o batismo de bebês, a confissão a um sacerdote e muitos outros aspectos da Religião de Mistérios da Babilônia. No entanto, a Igreja Católica não adotou os aspectos ocultistas das Religiões de Mistério. Esses aspectos permaneceram com as Escolas de Mistério do Oriente, os Cabalistas, e os Gnósticos até o tempo das Cruzadas. Os aspectos ocultos da Sabedoria Antiga apareceram publicamente na França com a ascensão da Dinastia Merovíngia e as lendas de “Percival e a Busca Pelo Santo Graal”. O cisma explodiu e tornou-se um grande conflito quando os Cavaleiros Templários (A Ordem do Templo) retornaram das Cruzadas como os homens mais ricos do mundo.

Os Cavaleiros Templários e o Priorado de Sião (A Ordem de Sião) tornaram-se a elite cultural que adotou totalmente os aspectos ocultistas dos Antigos Mistérios. Isso os colocou em rota de colisão com a Igreja de Roma e seus aliados. O Priorado de Sião passou a operar às escondidas e tornou-se uma “sociedade secreta” da elite, enquanto os Cavaleiros Templários foram violentamente atacados pelo rei francês Filipe IV, o Belo, e pelo papa Clemente V. Em 13/10/1307, Filipe IV ordenou a prisão de todos os Cavaleiros Templários. No entanto, na noite anterior, um número desconhecido de Cavaleiros partiu da França, com dezoito navios carregados com o lendário tesouro da Ordem. Uma parte desses navios aportou na Escócia e os Templários associaram-se com os Guardas Escoceses, com os Rosa-cruzes, o Colégio Invisível, e a Sociedade Real (todos grupos ocultistas) e juntos formaram o Rito Escocês da Maçonaria.

Os maçons têm os Templários como antecessores, bem como guardiães autorizados de seus segredos arcanos. Consequentemente, o Rito Escocês é “orientado em forma de magia, enfatizando uma hierarquia social e política, uma ordem divina e um plano cósmico subjacente”. Essa é exatamente a essência dos Mistérios Antigos de Ninrode.

Enquanto isto, o poder da Igreja de Roma continuava a crescer. A Igreja Católica e a Maçonaria eram inimigas juradas de morte, e a influência ocultista pública da Maçonaria crescia muito lentamente. No entanto, por volta de 1750, apareceu uma nova geração de cavaleiros místicos. Eram um braço da Maçonaria, e chamavam-se a si mesmos de Jacobinos. O grito jacobino de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” levou ao primeiro grande feito da Maçonaria Iluminista, a Revolução Francesa. Os Jacobinos nomearam um ex-jesuíta rebelde, Adam Weishaupth, de “Grande Patriota”. Weishaupth adotou os mistérios antigos e organizou a Ordem dos Iluministas em 1776. Por volta de 1778 infiltrou-se na Maçonaria como um maçom completamente iniciado. Em seguida, induziu a elite européia da Maçonaria européia ao Iluminismo - 600 homens em 1783. No outro lado do Atlântico, maçons místicos estavam sob o cerco dos Iluministas ocultistas. Os Iluministas viam a América como o 13o passo na evolução, e o destino espiritual da América acompanhando a união mundial no espírito da liberdade, igualdade e fraternidade. Por volta de 1789 a Maçonaria mística do Novo Mundo sucumbiu diante da visão ocultista de um mundo do Iluminismo de Weishaupth, o guardião dos Antigos Mistérios de Ninrode.

A Revolução Industrial mudou tudo. Os homens passaram a agir e pensar de uma forma diferente, e o materialismo tornou-se a ordem do dia. Devido a essa influência, o Humanismo Secular surgiu no início do século XX. Os ocultistas e gnósticos do passado eram considerados fanáticos ou lunáticos. Novamente o ocultismo passou a ser algo muito privado. No entanto, muitos desses homens eram muito ricos e poderosos. O Iluminismo estava vivo e bem, embora oculto dos olhos críticos do público geral. Assim, a Maçonaria tornou-se uma organização fraternal e beneficente, por necessidade. Como conseqüência disso, a vasta maioria dos homens que estão nos graus inferiores não tem a menor idéia do propósito da sociedade ou das reais intenções da elite.

A intranquilidade dos anos 60 e o surgimento da “Cultura das Drogas” moldaram o início de outra reemergência pública do ocultismo. O Movimento de Nova Era dos anos 70 e 80 popularizou muitas crenças ocultistas. Essa nova renascença do ocultismo posicionou a Maçonaria para exercer um papel fundamental no sonho que Ninrode teve há 4.400 anos, de um mundo unificado, sob um reino ocultista. Atualmente, a Maçonaria serve como um conduíte entre as organizações políticas da elite global (Clube de Roma, Sociedade Teosófica, Rosa-Cruzes, Lucis Trust, World Goodwill, etc.). Esses grupos reconhecem a posição da Maçonaria como uma organização religiosa ocultista com a capacidade de fazer a ligação entre a religião e a política. Muitos maçons continuam insistindo que a Maçonaria não é uma religião. No entanto, os próprios escritos deles contradizem essas afirmativas. Albert Pike, Grande Comandante do Rito Escocês (1860) escreveu: “Toda loja é um templo de religião e seu ensino instrução em religião”.

A qual religião Pike está fazendo referência? Suas próprias palavras oferecem o esclarecimento necessário: “A Maçonaria é a sucessora nos Mistérios”.

Muitos maçons modernos tentam distanciar-se de Pike e de sua obra gnóstica (e profundamente ocultista) Morals and Dogma.

Muitos maçons modernos tentam distanciar-se de Pike e de sua obra gnóstica (e profundamente ocultista) Morals and Dogma. Insistem que os ensinos dele não são os da Maçonaria, mas simplesmente suas interpretações pessoais. Insistem ainda que a Maçonaria moderna, que faz muitas obras beneficentes, não deve ser julgada pelos escritos de alguém que viveu cem anos atrás. Essa linha de raciocínio é muito confusa para aqueles que reconhecem a Lenda de Hirão-Abi, supostamente de três mil anos atrás. Eles não dizem que a Maçonaria originou-se no tempo de Salomão? Todos os ensinos anteriores ao século XX devem então ser desconsiderados? Isso também nega os 32 graus do Rito Escocês criados por Pike? Além disso, recentemente, em 1989, o Grande Comandante do Rito Escocês, C. Fred Kleinknecht escreveu: "O ponto mais alto dos nossos ensinos é Morals and Dogma, escrito há cem anos...”.

Declaração do Autor: Pike propõe-se a registrar fielmente as crenças antigas [arcanas] dos Mistérios, sobre os quais a Maçonaria foi fundada. Ele registra os ensinos dos Primeiro Grau até o Trinta e Dois. Este livro é considerado a obra clássica da Maçonaria moderna de todos os tempos.

Os maçons insistem que os ensinos dele não são os da Maçonaria, mas simplesmente suas interpretações pessoais. Insistem ainda que a Maçonaria moderna, que faz muitas obras beneficentes, não deve ser julgada pelos escritos de alguém que viveu cem anos atrás. Essa linha de raciocínio é muito confusa para aqueles que reconhecem a Lenda de Hirão-Abi, supostamente de três mil anos atrás. Eles não dizem que a Maçonaria originou-se no tempo de Salomão? Todos os ensinos anteriores ao século XX devem então ser desconsiderados? Isso também nega os 32 graus do Rito Escocês criados por Pike? Além disso, recentemente, em 1989, o Grande Comandante do Rito Escocês, C. Fred Kleinknecht escreveu: “O ponto mais alto dos nossos ensinos é Morals and Dogma, escrito há cem anos...”.

Pike não é o único porta-voz que fala a verdade sobre o que é a Maçonaria. Alice Bailey, que foi porta-voz da Sociedade Teosófica e membro da Co-Maçonaria junto com seu marido Foster Bailey, declarou:

“O movimento maçônico tem a custódia da lei, é o guardião dos Mistérios e o trono de iniciação... uma organização ainda mais ocultista pode ser conseguida... voltada para ser uma escola de treinamento para os futuros ocultistas avançados”.

Alice Bailey sumarizou a história inteira da Maçonaria. Ela revela o fato que a Maçonaria iluminista é a guardiã atual da Sabedoria Antiga de Ninrode. A descrição do Grau 32 do Rito Escocês é esta:

“SUBLIME PRÍNCIPE DO REAL SEGREDO”.

“A ciência oculta dos Antigos Magos estava encoberta nas sombras dos Mistérios Antigos; foi revelada de forma imperfeita, ou melhor, foi desfigurada pelos Gnósticos; é imaginada sob as obscuridades que cobrem os pretensos crimes dos Templários; e encontra-se envolta por enigmas que parecem impenetráveis, nos Ritos da Mais Elevada Maçonaria”.

Aqui, a guarda dos Mistérios Antigos foi rastreada dos Magos na Medo-Pérsia, ao Gnosticismo ocidental, aos Cavaleiros Templários e finalmente, ao Rito Escocês da Maçonaria.

Os “Mistérios Antigos” ainda são muito misteriosos. Muito do que contêm somente será revelado no futuro. No entanto, há um nível de compreensão disponível não somente para os iniciados como também para aqueles que buscam diligentemente a verdade. Gregson registra que há um grande ganho para esses iniciados:

“Para Babilônia eram levados todos os sacerdotes e mestres do Egito, da Palestina, Mitra, Grécia, e mestres de toda a parte do mundo. Os reis também queriam ser iniciados nos ritos dos Mistérios”.

Os reis merovíngios também eram sacerdotes. Eles tinham o poder político e o poder religioso. Muitos dos aspectos religiosos dos Mistérios podem ser vistos não somente nos rituais da Maçonaria, mas também nos ensino extrabíblicos da Igreja de Roma. Ambas lutam pelo domínio mundial. A Igreja tem a vantagem na arena religiosa com ensinos arraigados. A sociedade atual ainda não está preparada para o ocultismo grosseiro dos Iluministas. A Maçonaria tem vantagem na política. A maioria dos líderes mundiais participa de pelo menos um grupo Iluminista. Conjectura-se que a Igreja e a Maçonaria estejam aproximando-se uma da outra. O próprio passado do papa João Paulo II implica que até ele pode ser um agente Iluminista. Na sua juventude, ele estudou Teosofia com muito interesse e suas visões de Maria vão do místico para o ocultista.

Os aspectos políticos dos Mistérios Antigos podem ser vistos claramente em um documento intitulado PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO. Embora muitas pessoas afirmem tratar-se de um documento judaico conspiratório, é mais provável que tenha sido redigido pelo Priorado de Sião. Os pontos básicos são estes:
·         Esquema para alcançar o domínio mundial.
·         Advento de um Reino Maçônico.
·         Um rei da linhagem sanguínea de Sião... da raiz dinástica de Davi.
·         O Rei dos Judeus será o verdadeiro papa.
·         O governante mundial será o patriarca de uma igreja internacional.
·         Somente o rei e mais 3 que o patrocinarão saberão o que se passa.

Para o leitor que está habituado com a Profecia Bíblica, há uma súbita revelação. Se OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO foram redigidos por uma sociedade secreta iluminista, todos os fatos da história, desde Ninrode, passam a ter uma ligação em comum. Aqui está o sumário:

Ninrode procurou restaurar o sistema pré-diluviano implantando um governo mundial, liderado por um rei-sacerdote, energizado diretamente por Satanás.

Quando Deus estorvou os planos de Ninrode, a estratégia de Lúcifer foi criar um sistema de falsas religiões que preservassem esses poderosos Mistérios Antigos até o tempo em que ele (Lúcifer) possa estabelecer seu reino.

Esses mistérios foram guardados desde aquele tempo por um grupo de elite selecionado. Houve alguns períodos na história em que o lado ocultista mais escuro dos mistérios foi aceito, e períodos em que o ocultismo foi perseguido.

A Bíblia fala sobre o surgimento de um reino mundial futuro liderado pela Besta (o Anticristo), que declarará ser Deus. Esse reino mundial será acompanhado por uma igreja mundial até o tempo em que não seja mais útil para a Besta. A Besta declarará então ser o Messias dos judeus e o legítimo herdeiro ao trono de Davi.

É bem possível que os 3 que estarão apoiando o rei sejam os “3 reinos” subjugados pela Besta, conforme profetizado em Daniel 7.24.

A Besta revelará os segredos dos Antigos Mistérios, que foram cuidadosamente guardados pelos ocultistas durante milênios, como prova de sua posição para estabelecer totalmente seu reino.

As religiões dos Mistérios Antigos não adoravam o Deus da Bíblia. Ninrode era um servo de Lúcifer, e o sistema religioso resultante era luciferiano. A despeito de todas as objeções em contrário, a prova incontestável é que a Maçonaria não honra o Deus das Escrituras, mas algum outro Deus. Na verdade, os ensinos da Maçonaria estão afastados em 180 graus da Bíblia.

O Templo Maçônico sempre tem uma entrada no ocidente e o altar está no oriente. Na Bíblia, temos a informação que a entrada para o jardim do Éden estava no oriente. Embora isso possa parecer coincidência, a entrada para o Tabernáculo estava no oriente com o Santo dos Santos no ocidente. O templo de Salomão (e os outros templos judaicos) tinham suas entradas pelo oriente, e o Santo dos Santos ficava no ocidente. Para entrar no jardim do Éden e ir até a árvore da vida, era necessário ir do oriente para o ocidente. Para entrar no Tabernáculo ou no Templo, o sacerdote precisava ir do oriente para o ocidente. Na Maçonaria isso está invertido em 180 graus. Na verdade, um dos sinais da Maçonaria é a declaração “Tenho viajado no oriente”. Isso parece muito mais significativo quando se considera as supostas origens da Maçonaria com Salomão. Se Deus deu instruções explícitas a Salomão para a construção do Templo, por que ele criaria o projeto do Templo Maçônico invertendo tudo? A inversão de imagens é muito comum no ocultismo. Os ensinos ocultistas parecem ser a imagem negativa do positivo da obra de Deus.

Existem certos juramentos na Maçonaria que são muito suspeitos. Por exemplo, como maçom, você precisa jurar que encobrirá os crimes dos outros maçons. Isso é o mesmo que dizer uma mentira e chamá-la de moral. A Bíblia diz em Apocalipse 21, “... todos os mentirosos receberão a parte que lhes cabe no lago que arde com fogo e enxofre”. Como alguém pode dizer que crê nas Santas Escrituras e racionalizar um comportamento totalmente em oposição ao que elas dizem?

A Maçonaria ensina a doutrina da Universalidade. Basicamente, é a irmandade de todos os homens e a paternidade de Deus. ISSO NÃO ESTÁ NA BÍBLIA. ALÉM DISSO, ESSA DOUTRINA É DIAMETRALMENTE OPOSTA AOS ENSINOS DAS ESCRITURAS. A Bíblia diz que quando Adão afastou-se de Deus e caiu no pecado, sua natureza pecaminosa foi passada para seus descendentes. Devido ao fato de Deus não poder tolerar o pecado, a linhagem de toda a humanidade foi então adotada pelo originador do pecado, Lúcifer. Como resultado, todos os homens são “nascidos em pecado” sob a paternidade de Lúcifer. Jesus deixou isso bem claro em João 8.44, onde disse aos fariseus, “Sois do Diabo, que é vosso pai...” O único modo de um homem tornar-se filho de Deus é convertendo-se, confessar seus pecados e sua condição de pecador diante de Deus, e confiar pela fé no poder purificador do sangue de Jesus Cristo para reconciliar-se com Deus. SOMENTE AS PESSOAS QUE ACEITAM A JESUS CRISTO COMO SALVADOR SÃO FILHOS DE DEUS!!

O autor maçom Manly Hall revelou a posição oposta da Maçonaria quando escreveu:
“Ao altar da Maçonaria todos os homens trazem suas melhores oferendas. Em torno dele, todos os homens, tenham eles recebido os ensinos de Confúcio, de Zoroastro, de Moisés, de Maomé, ou do fundador da religião cristã [observe que ele nem menciona o nome de Jesus], desde que creiam na universalidade da paternidade de Deus e na irmandade dos homens... reúnem-se em um nível comum”.

Outro autor, Albert Mackey, escreveu: “Agora como maçons, nós não nos dividimos entre esses (Astarte, Vishnu, Dagon, Baal), mas recebemos todos como nossos irmãos, e a Deus como nosso Pai Celestial, revelado para nós como tal na Luz da Maçonaria”.

Mackey aqui não somente reitera a heresia da Universalidade, mas também levanta uma questão mais séria: Que Deus é esse que permite a aceitação dos seguidores de Baal e de outras deidades pagãs como irmãos? Certamente não é o Deus da Bíblia. (A propósito, o deus Baal era uma corruptela do deus babilônico Baco, que era diretamente derivado de Tamuz, o filho da viúva de Ninrode.). Deus, no Antigo Testamento, ordenou que Israel aniquilasse os seguidores de Baal. O profeta Elias deveria estar terrivelmente enganado quando ordenou a execução dos 450 profetas de Baal no Monte Carmelo. Afinal, de acordo com Mackey, eles eram irmãos de Elias.

Qual conclusão pode ser tirada da inversão de 180 graus das Escrituras? O DEUS DA BÍBLIA NÃO É O DEUS DA MAÇONARIA! O deus da Maçonaria precisa então ser o deus dos Antigos Mistérios. Em todos os aspectos do oculto, dos Mistérios da Babilônia, à Busca pelo Santo Graal, passando pelo Hinduísmo, Wicca e o Movimento de Nova Era, e sim, nos escritos da Maçonaria: Deus é descrito como uma força impessoal que se manifesta em tudo na natureza, no mundo espiritual e no próprio homem. Essa não é nada mais que a estratégia de Lúcifer desde o jardim do Éden. A serpente disse à mulher “sereis como Deus...” (Gênesis 3.5).

Chegará o dia em que todos os Antigos Mistérios serão revelados para aqueles que habitam na terra. Na lenda de Hirão-Abi, este dia será marcado pela sua ressurreição para governar o mundo. De acordo com a Bíblia, o anticristo reinará. Ele virá como Hirão-Abi para os maçons, Messias Ben Davi para os judeus, Crishna para os hindus, Imã Mahdi para os maometanos, Sosiosch para os seguidores de Zoroastro; mas na Palavra de Deus ele é chamado de besta (anticristo). Ele trará paz e segurança a um mundo tumultuado durante três anos e meio. Será adorado como o rei-sacerdote por toda a humanidade. Relevará os Mistérios Antigos como suas credenciais. No entanto, seu reino de paz será curto. Mas então, ele terá de encarar face a face o REI DOS REIS E O SENHOR DOS SENHORES. O verdadeiro herdeiro do trono de Davi lançará a besta viva no Lago de Fogo, onde será atormentada para sempre. O longamente aguardado Reino Maçônico cairá e Jesus Cristo reinará sobre a terra “... e venha paz sem fim sobre o seu reino” .

Como se vê, a Maçonaria é uma religião ocultista, que preserva os Mistérios Antigos para o vindouro Reino Mundial Luciferiano.

Os evangélicos não odeiam os maçons. Recebemos de Deus o encargo de transmitir a verdade para aqueles que estão enlaçados nessa organização enganosa e ocultista. Nós o amamos e nos preocupamos com você. Examine as obras e os ensinos da Loja usando a única referência para a verdade - a Palavra de Deus. Se você for honesto consigo mesmo e com Deus, verá que o engano da Maçonaria está preparando o caminho para o Anticristo. Procure a verdade de Deus na sua vida hoje.


Além disso, se você nunca confiou em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, converta-se a ele hoje. Que o Espírito Santo de Deus o oriente em sua busca pela verdade na Bíblia.



FONTE DE PESQUISA


1.      BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
2.      BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
3.      BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
4.      BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
5.      CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
6.      CLEMAR GONÇALVES, maçonaria: Duas organiações, uma visível, outra invisível, http://www.espada.eti.br/free001a.asp - acesso dia 25/02/2009.
7.      CLOVIS SANTOS, o Lado culto das Testemunhas de Jeová, http://blog-palavradevida.blogspot.com/2009/01/o-lado-oculto-das-testemunhas-de-jeova.html acesso dia 03/04/2009.
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9.      DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR, Email - prdelvacyr@hotmail.com.
10.  EDUARDO PEREZ NETO, a maçonaria, a Espada do Espírito, sites http://www.espada.eti.br/n2001.asp, - http://www.espada.eti.br/n1243.asp acesso 09/12/2008
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12.  EDUARDO PEREZ NETO, Religião Mundial Já Está Quase Formada - A Organização da Maçonaria Está Preparando o Caminho! http://www.espada.eti.br/n1243.asp - acesso dia 25/02/2009.
13.  EDUARDO PEREZ NETO, O Impacto da Maçonaria na Igreja, http://www.espada.eti.br/efesios5-11.asp - acesso dia 06/03/2009.
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15.  GILMAR SANTOS. Teologia Sistemática. Faculdade de Teologia de Goiânia.
16.  ELVIS BRASSAROTO ALEIXO, Cuidado, a serpente ainda fala: www.icp.com.br/40materia2.asp, acesso dia 05/01/2009.
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19.  JOSÉ FERRAZ, Apostila sobre a Nova Era, apostila extraída da internet.
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22.  PAULO CÉSAR SEMBLANO DA COSTA, Pelo Lado de Fora É uma Igreja Evangélica — Por Dentro Está Adornada com Chocantes Símbolos Ocultistas, http://www.espada.eti.br/n2174.asp - acesso dia 11/03/2009.
23.  RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
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30.  SEITE – INTELLECTUS, A maçonaria, braço direito do diabo, http://intellectus-site.com/site2/artigos/maconaria-braco-direito-do-diabo.htm - acesso dia 24/03/2009.
31.  SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
32.  SÉRIE APOLOGÉTICA, ICP, Volomes I ao VI, Instituto Cristã de Pesquisa, Site, www.icp.com.br
33.  SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
34.  SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.
35.  HISTÓRIA DA TORRE DE BABEL, www.historiadomundo.com.br/babilonia/torre-babel/ - acesso dia 19/05/2009.

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Pr. Elias Ribas
pr_eliasribas@yahoo.com.br

segunda-feira, 24 de junho de 2013

ILLUMINATI

Os Illuminati são um grupo de indivíduos de enorme influência mundial, os quais habitam o topo do escalão de uma vasta rede de organizações feitas de Irmandades Secretas que cobre o globo. Dentro desta cadeia internacional destas organizações secretas encontramos seis grandes segmentos: Bancos e Finanças, Sociedades Secretas Iniciáticas, Política, Inteligência, Religiões e Educação. Para eles, a Nova Ordem Mundial deverá ser composta por indivíduos alçados ao poder por essas mesmas organizações secretas e membros de instituições políticas governamentais, mega-multinacionais e bancos, possuindo, em cada uma delas, um membro de algum desses ramos desta enorme teia encabeçada pelos Illuminati e dirigida e controlada por um mentor espiritual. A Maçonaria serve como uma espécie de condutor entre organizações políticas da Elite Global (Clube de Roma, Comissão Trilateral, Bilderbergers, etc.) e os grupos ocultistas da rede das Sociedades Ocultas (Sociedade Teosófica, Rosa-cruzes, Lucis Trust, etc.).

A Finalidade Prática da Hierarquia Maçônica
Um dos pontos marcantes dessa organização diabólica é a hierarquia fundamentada em uma simbologia iniciática ocultista. Quando alguém ingressa na Maçonaria, essa pessoa é iniciada em um processo sistemático a que os maçons denominam rito (de ritual). Esta iniciação tem por óbvia finalidade um processo de recrutamento e a inserção do iniciado na hierarquia das lojas maçônicas. O objetivo final de tudo isso é a obediência à organização, e a armadilha sedutora é o simbolismo ocultista (mistérios maçônicos) sobre o que toda a curiosidade do iniciado é lançada. Julgando estar diante de um belo caminho que o conduzirá a grandes revelações, o iniciado se torna presa fácil desse processo de doutrinamento camuflado por todo um vasto penduricalho de símbolos ocultistas cujo valor espiritual é nenhum. Nesses rituais maçônicos há uma série sistemática de juramentos, os quais têm a finalidade de reforçar a submissão do iniciado à organização. Desta forma, o iniciado, começando por Aprendiz, é introduzido, como se fosse um soldado, em uma rígida hierarquia onde passa a servir aos interesses da organização maçônica. Veja a seguir a estrutura da organização maçônica.

GRAU 01 - GRAUS SIMBÓLICOS Aprendiz Maçom

GRAU 02 - GRAUS SIMBÓLICOS Companheiro Maçom
GRAU 03 - GRAUS SIMBÓLICOS Mestre Maçom
GRAU 04 - GRAUS INEFÁVEIS Mestre Secreto
GRAU 05 - GRAUS INEFÁVEIS Mestre Perfeito
GRAU 06 - GRAUS INEFÁVEIS Secretário Intimo
GRAU 07 - GRAUS INEFÁVEIS Preboste e Juiz
GRAU 08 - GRAUS INEFÁVEIS Intendente dos Edifícios
GRAU 09 - GRAUS INEFÁVEIS Cavaleiro Eleito dos Nove
GRAU 10 - GRAUS INEFÁVEIS Ilustre Eleito dos Quinze
GRAU 11 - GRAUS INEFÁVEIS Sublime Cavaleiro Eleito (Ou Grande Escocês)
GRAU 12 - GRAUS INEFÁVEIS Grande Mestre Arquiteto
GRAU 13 - GRAUS INEFÁVEIS Cavaleiro do Arco Real
GRAU 14 - GRAUS INEFÁVEIS Sublime Maçom ou Grande Eleito Perfeito
GRAU 15 - GRAUS CAPITULARES Cavaleiro da Espada ou Cavaleiro do Oriente
GRAU 16 - GRAUS CAPITULARES Príncipe de Jerusalém
GRAU 17 - GRAUS CAPITULARES Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
GRAU 18 - GRAUS CAPITULARES Cavaleiro Rosa-Cruz
GRAU 19 - GRAUS FILOSÓFICOS Grande Pontífice ou Sublime Escocês
GRAU 20 - GRAUS FILOSÓFICOS Soberano Príncipe da Maçonaria ou Mestre Ad Vitam
GRAU 21 - GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
GRAU 22 - GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro do Real Machado ou Príncipe do Líbano
GRAU 23 - GRAUS FILOSÓFICOS Chefe do Tabernáculo
GRAU 24 - GRAUS FILOSÓFICOS Príncipe do Tabernáculo
GRAU 25 - GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiros da Serpente de Bronze
GRAU 26 - GRAUS FILOSÓFICOS Escocês Trinitário ou Príncipe da Mercê
GRAU 27 - GRAUS FILOSÓFICOS Grande Comendador do Templo
GRAU 28 - GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto
GRAU 29 - GRAUS FILOSÓFICOS Patriarca das Cruzadas ou Grande Escocês de Santo André.
GRAU 30 - GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro Kadosh ou Areópago Kadosh.
GRAU 31 - GRAUS ADMINISTRATIVOS Grande Inspetor Inquisidor Comendador
GRAU 32 - GRAUS ADMINISTRATIVOS Príncipe do Real Segredo
GRAU 33 - GRAUS ADMINISTRATIVOS Grande Inspetor da Ordem.



 Juntos tramam os passos para o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial. Através desse excelente documentário será demonstrado o enorme espectro de influência ocultista sobre organizações internacionais controladas pelos Illuminati como Alice Bailey, fundadora da Lúcifer Trust (originalmente Lúcifer Trust, posteriormente teve o nome mudado para Lucis Trust). Dentro da ONU está a semente de um grupo internacional, responsável pelo destino da Humanidade. Não é de todo possível afirmarmos que tenha havido uma explícita conspiração ocultista quando da fundação da Organização das Nações Unidas (ONU). É mais plausível que todos esses elementos interessados num Governo Mundial sincretista e ditatorial, venham se aproveitando da facilidade de infiltração desse organismo mundial, dado o misticismo de seus dirigentes. Com isto se aproveitam da enorme penetração do mesmo em todos os países e em todas as áreas em cada país, para estabelecer uma rede mundial a serviço de seus propósitos. Precisamos estar alertas, porque minando as bases religiosas ocidentais ruirá todo o edifício civilizacional nelas baseado: a liberdade, a democracia e a justiça.


 




sexta-feira, 21 de junho de 2013

MAÇONARIA


I.     INTRODUÇÃO

O título deste tópico pode parecer estranho, tanto para os maçons como para muitas outras pessoas, uma vez que a maçonaria é considerada uma sociedade secreta e não religião. A finalidade deste estudo é alertar os cristãos sobre a maçonaria e confrontar essa seita à luz da Bíblia, ressaltando sua incompatibilidade com o cristianismo. Embora muitos consideram a maçonaria apenas como uma sociedade, na verdade, ela é uma religião: “O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande Arquiteto do Universo” [Braviário maçônico, Rizzardo do Camino, 2ª Ed., Ed Madras, SP, 1997, p.194].

Em outras declarações, afirma Rizzardo do Camino:

“A maçonaria pode ser uma religião no sentido estrito do vocábulo, isto é, na harmonização da criatura com o Criador. É a religião maior e universal; o contato com a parte divina; é a comunhão de uma loja ou templo interior de cada maçom” [Ibid., p. 337].

Continua: “Neste mundo tão materializado, se faz necessário e com muita urgência, apresentar a Ordem maçônica sob uma ótica mais sutil e mais esotérica, porque não basta que o adepto freqüente a sua Loja como se fosse um Clube de serviço. Ele necessita de uma renovação ‘espiritual’, porque a Sociedade e humanidade estão clamando por socorro e só os homens de formação espiritual poderão atender aos sucessivos apelos” [Maçonaria mística, Ed. Madras, SP, 1996, p.9].

Henry Wilson Coil, autor maçom, declara:
“A maçonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas […] O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o individuo à comunhão com aqueles que tenham os mesmo sentimentos? [..] [E exatamente isso que a Loja faz” [Coil’s Masonic Ecyclopedia, Macoy Oublishing, Nova York, 1961, p. 512].

Etimologicamente, o termo maçom provém do baixo latim machio, “macio”, do alemão metz, “cortador de pedra” do inglês mason, e do francês maçon, “pedreiro”.

Discute a construção da Torre de Babel e o império mundial estabelecido por Ninrode e Semíramis, na Babilônia. Como as religiões de mistério foram formadas e preservadas ao longo dos séculos, até as Cruzadas, com os Cavaleiros Templários, que deram origem à Maçonaria.

Autores com Ed Decker e Ron Carlon apresenta a doutrina maçônica relacionada à religião egípcia:
“No Egito e na Babilônia foram inventados alguns dos nossos símbolos, representado as mais profundas verdades que nos foram legadas por nossos ancestrais brancos” [Maçonari, e fé Cristã, J. Scott Horell, Ed. Mundo Cristão, SP, 1995, p. 121].

Albert Pike, chamado de o “Platão da maçonaria”, declara: “Toda loja maçônica é um templo religiosos e seus ensinos são instruções religiosas. É a religião universal, eterna, imutável” [Maçonaria do outro lado da luz, Ed. Luz e vida, Curitiba, PR, 2ª Ed., 1997, p.33].

O pastor Harol Reimer, em seu livro maçonaria: a resposta de uma carta questionada: “Não sei o que falta para a maçonaria ser uma religião. Tem templo, tem membros, tem doutrinas, tem batismo, tem um deus e tem reuniões.

Segundo afirmações dos próprios maçons, a maçonaria não é uma sociedade secreta. “Isso é calúnia dos adversários”, apregoam. Dizem, ainda, em alto e bom som, que a maçonaria é discreta, não secreta. Na Constituição do Grande Oriente do Brasil, art. 17, onde se especifica os deveres das lojas, sob a letra p vem a seguinte norma: “nada expor, imprimir ou publicar sobre assunto maçônico, sem expressa autorização superior da autoridade a que estiver subordinada, salvo Constituições, Regulamentos Gerais, Regimentos Particulares, Rituais, Leis, Decretos e outras publicações já aprovadas pelos Poderes competentes. Toda e qualquer publicação atentatória dos princípios estabelecidos nesta Constituição ou da unidade da Ordem sujeitará os seus autores às penalidades da Lei”.

II.   HISTÓRIA

Alguns membros da maçonaria afirmam que ela teve início com o templo de Jerusalém, construído por Salomão. Mas, segundo o dicionário da maçonaria, foi fundada em 24 de junho de 1777, em Londres.
No século XVII, pedreiros em grupo viajavam pela Europa construindo catedrais para Igreja, edifícios públicos e monumentos para os reis. Construíam também “lojas” para si mesmos, para hospedagem reuniões e descanso. Não eram lojas como conhecemos hoje, mas prédios apropriados para os fins já ditos. A primeira grande “loja” surgiu na Inglaterra em 1717. O termo maçom em inglês é mason e significa pedreiro.

Hoje a maçonaria possui aproximadamente 33.700 lojas em todo mundo, sendo que 15.330, estão nos EUA.

Cerca de seis milhões de maçons em todo mundo e em 164 países, dos quais 150 mil estão no Brasil.

Apesar da oposição da Igreja Católica, os maçons estão presentes na religião e entre os fundadores de seitas mundiais, tais como: testemunhas-de-jeová e mormonismo. Segundo Fritz Springmeier, o autor do livro The Watchtwer and the masons (a Torre de Vigia e os maçons), Charles Taze Russell, teve ligação com a maçonaria. E baseia suas afirmações nos seguintes fatos: Russel pregou em lojas maçônicas, havia em seu túmulo uma pirâmide e usou dentro da coroa como logo-tipo da Sociedade Torre de Vigia, impresso nas edições da revista The Watchtower – a atual Sentinela – até 1930.

A maçonaria tem seus próprios regulamentos e disciplinas, exigindo obediência e conformidade absoluta ao sem credo.

Cada membro ao entrar nesta sociedade presta votos secretos, os quais dizem ser indissolúveis, podendo até, nos tais votos: desejar morte horrorosa, se acaso tenha divulgar o que votou.

Para cada juramento ou voto prestado, o valor na escala hierárquica aumenta o grau do castigo também.

Exemplos:
1        Para o primeiro grau: QUE SEJA ARRANCADA PELAS RAÍZES A LÍNGUA, orando a Deus, que seja assim.

2        Para o segundo grau: O CORAÇÃO.

3        Para o terceiro grau: AS ENTRANHAS e por fim QUE SEJAM QUEIMADOS VIVOS.

Cumprem um ritual Hindu, com nomes e divindades bíblicas substituídas. Têm uma terminologia peculiar, símbolos secretos, funções misteriosas, conhecidas somente por seus membros. Comprometidos em juramento, sob pena de morte.

Na linguagem adotada, Deus o Criador é chamado ORIENTE ETERNO, os adeptos: IRMÃOS. A hierarquia tem título de acordo com a posição e função. O presidente é denominado GRÃO-MESTRE.

Os irmãos espalhados pelo mundo, todos se conhecem através da saudação secreta. Sinais convencionais e pseudônimos são meios pelos quais se identificam.

O lado religioso é puramente teosófico. Aceitam a doutrina da reencarnação. Falam acerca de Deus e de Cristo, até usam a Bíblia aberta, como um de seus símbolos, tudo não passa de uma farsa, são expressões camufladas.

III.  BÍBLIA

A maçonaria se vangloria de honrar a Bíblia como Palavra de Deus. Ensina que ela é a sua grande luz e recomenda aos maçons que a estudem regularmente.

Segundo a maçonaria, existem três grandes luzes: a luz da Bíblia, a luz do esquadro e a luz do compasso.

Realmente crê na Bíblia, mas somente como um símbolo da vontade de Deus e não fonte de ensinamento divino.

Disse Coil:
“A opinião maçônica prevalecente é que a Bíblia constitui apenas um símbolo da vontade, lei ou revelação divina, e não que seu conteúdo é lei divina, inspirada ou revelada”.

Na página 122 do Dicionário da maçonaria, vemos que a decoração da loja maçônica apresenta o volume da ciência sagrada, o esquadro e o compasso. Entretanto, a Bíblia não é o único livro reconhecido como o volume da ciência sagrada, os livros de outras religiões também são aceitos como tais.

Fica evidente, então que a Bíblia não é usada pelos maçons como regra de fé e práticas, mas tão-somente como símbolo, como acontece com a bandeira, que representa coisas importantes para um povo, como por exemplo, sua liberdade. Para os maçons, a Bíblia, simplesmente representa a Palavra de Deus, mas somente nos lugares em que o cristianismo predomina. Se considerarmos, por exemplo, a loja de Utah, EUA, a Palavra de Deus está representada pelo Livro de Mórmon; na Índia, pelos Vedas; nos países árabes, pelo alcorão.

Como o cristianismo recebe a Bíblia?

A Bíblia é um livro inspirado por Deus (2ª Pe l.20-21; 2ª Tm 3.16; At 1.16), a Bíblia é um livro cristocêntrica. O tema central da Bíblia Sagrada é a pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo (Lc 24.44; Jo 7.42), Cristo as aprovou (Mt 4.4; Jo 5.39), Cristo ensinou por elas (Lc 24.27), foram cumpridas por Cristo (Mt 5.17), foram lidas por Cristo (At 8.32), é a Palavra que julga (Jo l2.48), não deve ser alterada (Dt 4.2; Dt 12.32; Pr 30.6), seu estudo é um mandamento (Is 34.16; Dt 6.6-9; Dt 17.19; Dt 11.19; Mt 22.29), dar esperança aos homens (Rm 15.4), dar conhecimento da vida eterna (1ª Jo 5.13).

IV.  PRINCÍPIO DO CREDO RELIGIOSO

Deus é uma divindade composta. Um ser identificado como Jeová, Baal e Osíris, isto é, uma composição de três pessoas em um só Deus, representado abreviadamente pelas letras: J. B.

Os maçons conhecem e tem um outro nome especial para seus deuses. Deus é conhecido como sendo o Divino e Grande Arquiteto do Universo.

Afirmam que Cristo está no mesmo plano que Buda (Japão); Balbur (África); Osíris (Egito); Adonis (Grécia). A Bíblia para eles é um composto do grande alcorão (Muçulmano).

Negam a necessidade da obra expiatória de Cristo e alegam que o homem é o seu próprio salvador, através dos esforços e caridade praticada em favor dos menos afortunados.

De acordo como famoso maçom Alberto Pike, a Maçonaria é uma busca da luz. Só que é uma busca nunca satisfeita, porque não é feita segundo Deus (1ª Pe 1.19; Sl 119.105; Jo 12.36). Os maçons orgulham-se de seus ritos secretos, símbolos e cerimônias, mas a verdadeira luz e uma pessoa, a saber Cristo, que revela-se generosamente a todos, mas é preciso que creiamos nele para que andemos na sua luz (Jo 12.35-36).

1.   A salvação – como é vista na Maçonaria.
Lá não se fala da necessidade de salvação, transformação, regeneração agora. O melhoramento do ser humano vem aos poucos, e por fim parte daqui com a falsa esperança de felicidade no mundo além. Mas Deus declara que a salvação é agora, e que ela começa aqui. O céu será a sua continuação, já em plenitude.  Ver o agora de Deus quanto à salvação da alma, At 17.30; Hb 3.15; Lc 19.42; 19.9; Pv 22.19; Dt 11.26-28.

Tanto a Maçonaria como o Rosacrucianismo ensinam constantemente que a vida moral irrepreensível é suficiente, mas Deus nos diz que nossas obras de justiça são como trapos de imundície para nos salvar (Is 64.6; Tt 3.5; Rm 7.18; Jo 15.14-16). É um trágico engano, engendrado pelo Diabo, a pessoa crê que todas as religiões são boas, e, baseado nisso, ser um bom moralista e achar que tudo está bem diante de Deus.  Deixamos claro que não temos nada contra a Maçonaria e o Rosacrucianismo quanto à moral, mas quanto às ideologias religiosas.

2.   A ideia  de Deus.


Essas situações descrevem precisamente a adoração que ocorre nas lojas maçônicas hoje em dia. A Maçonaria ensina que há apenas um Deus e que os homens de todas as religiões adoram a esse Deus único usando uma variedade de nomes diferentes. Na loja maçônica, todos se unem em oração conjunta ao Grande Arquiteto do Universo (GADU). Quando Christopher Haffner escreveu Workman Unashamed, The Testimony of a Christian Freemason (Um Obreiro Não-Envergonhado, o Testemunho de um Maçom Cristão), defendeu corretamente o ensino maçônico ao escrever:

“Agora imagine que eu esteja na loja com minha cabeça curvada em oração entre o irmão Mamede Bokhary e o irmão Arjun Melwani. Para nenhum deles o Grande Arquiteto do Universo é entendido como sendo a Santíssima Trindade. Para o irmão Bokhary, ele revelou-se como Alá; para o irmão Melwani, provavelmente é entendido como Vishnu.

Como acredito que há apenas um único Deus, fico diante de três possibilidades: Eles estão rezando a um demônio enquanto eu rezo a Deus; rezam a ninguém, pois seus deuses não existem; oram ao mesmo Deus que eu, embora suas compreensões sobre a natureza dele sejam imperfeitas (como também a minha – 1ª Coríntios 13.12). É sem hesitação que aceito a terceira possibilidade” [Workman Unashamed, pg 39].

Na Maçonaria Deus é chamado O Grande Arquiteto do Universo. É em parte devido a isso, e também devido à sua herança histórica, que os símbolos místicos da maçonaria são de instrumentos de construção: compasso, régua, esquadro, nível, prumo, etc. De fato, o nome de Deus é mencionado, inclusive nas orações rituais, mas na realidade o deus a que se referem é outro.

O Deus da Bíblia, adorado pelos cristãos, é conhecido por vários nomes, mas isso não muda a verdade de que se trata de um único Deus.

A maçonaria não aceita o Deus de nenhuma religião. Então, o que faz? Transforma em crença e os deuses numa única forma: (GADU). E, com isso, faz uma grande confusão imensa de seus conceitos. Primeiro diz que não interfere nos princípios religiosos de cada seguidor. Depois, ensina ao seu seguidor o único nome pelo qual se deve chamar Deus. Em seguida, exige a crença em um “ser Supremo”, afirmando que se alguém clama por deuses de diferentes nomes é porque não os conhece melhor, devido à ignorância espiritual. Então, se propõe a remover essas trevas, revelando que, embora imperfeitos, todos os homens são dignos de adorar o único Deus verdadeiro.

Mas é difícil entender quem é essa divindade de que trata a maçonaria, porém, sabemos que não é o Deus da Bíblia. O leitor dos ensinamentos de Albert Pike sobre Deus reconhece isso, porque a maçonaria se refere à sua divindade usando nomes de deuses considerados abomináveis pela Bíblia.

Na verdade, a maçonaria não é apenas uma entidade religiosa com conceitos pagãos, mas o reavivamento dos antigos cultos pagãos de mistérios.

No grau do real arco do rito de York, o maçom reconhece que o verdadeiro nome de Deus é Jabulon, que até os três primeiros graus era conhecido como GADU. Nesse mesmo rito, a maçonaria une Yahqeh a divindades pagãs, como Baal, On e Osíris.

Cada sílaba da palavra Jabulon representa um deus. Segundo Coil, é uma associação de Javeh, baal,, ou bel, e on (Osíris, deus-Sol do Egito).

Já – representa Javé.
Bul, ou Baal – representa o antigo deus canaanita, deus nacional dos finícios, terra de Hirão, rei de Tiro (2º RS 1.2-4).

On – representa Osíris, o misterioso deus do Egito.

Ora se a maçonaria teve inicio no templo de Jerusalém, construído por Salomão, então ela se desviou de seu propósito, porque, segundo a Bíblia, esse templo fora erguido para que o nome de um Deus específico e único permanece, o que exclui os demais deuses (1º RS 9.3; 2º Cr 7.16).

“Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras” (2ª João 1.9-11).

Com o entendimento dessa passagem é possível saber que aqueles que organizaram o paganismo conhecido como Maçonaria não eram cristãos. Eles não perseveraram nos ensinamentos das Escrituras. Será que os cristãos substituiriam o nome Deus por GADU e sumiriam com o nome de Jesus, para que os pagãos pudessem se juntar a eles na oração sem se sentirem ofendidos? Não, os cristãos verdadeiros compartilhariam Jesus com os pagãos para que eles também pudessem alcançar a salvação pela fé nele. Além disso, os cristãos verdadeiros não leriam as Escrituras para depois dizer que a revelação deles é tão imperfeita quanto a pagã!

É verdade que há um único Deus. No entanto, todos os homens, especificamente os pagãos, não adoram a esse único Deus. Os adoradores de Baal aprenderam essa verdade no monte Carmelo. Baal não é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. O julgamento foi rápido no monte Carmelo (veja 1º Reis 18.20-40). O deus da Maçonaria, o GADU (Grande Arquiteto do Universo), também não é o Deus da Bíblia.

Deus julgará os maçons que não se arrependerem e continuarem adorando o GADU, da mesma forma como julgou os adoradores de Baal:

3.   A ideia de Jesus.


Afirmam que Jesus, dos 12 aos 30 anos, viveu no Himalaia, com os monges do Tibete, sendo ali conhecido por Profeta Issa. Isso significa abandonar a verdade eterna da Palavra de Deus e seguir fábulas e invencionices pagãs, forjadas pelo Inimigo.

Jesus, entre sua adolescência e os trinta anos, viveu em Nazaré, trabalhando como carpinteiro (Lc 4.16; Mt 13.54,55; Lc 3.23). Esta é a verdade insofismável e não fábulas artificialmente compostas a respeito de Jesus (2ª Pe 1.16).

Por outro lado, o a maçonaria afirma que Jesus foi um espírito humanamente evoluído assim como Buda.

Isto é descrer na Bíblia que afirma que Jesus é Deus (Mt 1.21; Hb 1.8); é chamar Deus de mentiroso, pois de Jesus Ele disse: “Este é o meu Filho amado” (Mt 3.17; 1ª Jo 5.9-10).

O Cristo maçônico é, e sempre foi o objetivo final da Novus Ordo Seclotum (Nova Ordem das Épocas ou Nova Ordem Mundial). No entanto, esse cristo maçônico não de forma ou aspecto algum, Jesus Cristo, pelo contrário, o Cristo maçônico é o Anticristo! Por ser essa a verdade, proeminente líderes maçônicos do passado se referiam muito positivamente a Lúcifer:

Lúcifer, o portador da luz! Estranho e misterioso é o nome dado ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o filho da Manhã! É ele quem carrega a luz, e com seu esplendor intolerável, cega almas fracas, sensuais ou egoístas? Não duvide disso” [Albert Pike, Morals and Dogma of the Anciente and accepted Scottish Rite of Freemasonry, pg 321, Décimo Nono Grau, Grande Pontífice; ênfase adicionada].

Que revelação! Desde o primeiro grau, o maçom é estimulado fortemente a buscar a luz! O maçom normal diz continuamente que está “buscando a luz” e irá passar sua vida inteira “indo de encontro com a luz”. Quase todo mundo da civilização ocidental irá entender que essa “luz” é a revelação do Deus da Bíblia; de fato, essa declaração é usada continuamente para tentar nos convencer que a maçonaria é cristã. Aqui, porém, Albert Pike está dizendo que Lúcifer é aquele que porta a luz da maçonaria! Lúcifer é o portador da luz da maçonaria.

4.   Maçonaria e Salvação.
O escritor maçon L. U. Santos, na sua obra intitulada Literatura maçônica contemporânea, edição de 1948, p. 32, escreveu: “somente a maçonaria é capaz de redimir a humanidade, meus irmãos”.

A salvação maçônica fundamenta-se em boas obras que o homem possa praticar. Por isso estimula os seus adeptos a progredir até atingir um padrão moral tal que ao morrerem, estejam em condições da habitar nos céus.

Nada tenho contra a maçonaria como sociedade filantrópica, isso é um dever de todos, mas como religião posso dizer que está fora dos padrões ortodoxos das Escrituras.



V.   O SINCRETISMO DA MAÇONARIA


A Maçonaria defende-se aqui alegando que pessoas, famílias, firmas e igrejas também têm seus assuntos secretos, quando na realidade são assuntos privativos, jamais esotéricos e herméticos como os da Maçonaria e Rosacrucianismo. Nos cultos, nos templos, nos Institutos Bíblicos, tudo é feito às claras; à vista de todos. Este sincretismo da Maçonaria entra em choque com os ensinamentos da Palavra de Deus (ver Jo 7.26; 18.30; Is 45.19; 48.16).

Há 33 graus (no rito escocês) para quem pretende subir a escala hierárquica da Maçonaria. Cada grau desses, tem seu pacote de ensinamento oculto, exclusivo daquele patamar. Se os mistérios e segredos da Maçonaria são bons, porque não divulgam para o benefício de todos? Se são maus, porque os conservam?

Pontos Fundamentais:
1) Pike ensina que a Maçonaria é uma religião [pg. 213, Décimo Terceiro Grau].

 2) Confirma que a Maçonaria é a religião de um mundo unificado, que abraça todas as religiões dos mistérios antigos [pg. 524 e 541, Vigésimo Sexto Grau; pg 624, Vigésimo Oitavo Grau].

3) A Maçonaria mente para seus membros até que estejam prontos para “aceitar a verdade” [pg 224, Décimo Quarto Grau; pg 840, Trigésimo Segundo Grau; pg 103-5, Terceiro Grau; pg 329, Vigésimo Grau; pg 817, Trigésimo Grau].

4) A Maçonaria adora a natureza, especialmente o sol [pg 718, Vigésimo Oitavo Grau; pg 718 e 776, Vigésimo Oitavo Grau; pg 643-4, 672].

5) O ensino da Maçonaria sobre Jesus Cristo cumpre a definição bíblica do Anticristo em 1ª João 4.1-2, na página 563, 567, Vigésimo Sexto Grau; ensina que Jesus Cristo não é único, [pg 539, 576, Vigésimo Sexto Grau].

6) Deus é deus das forças [pg 102, Terceiro Grau], cumprindo assim a profecia em Daniel 11.38]; Deus não é um ser absoluto, pg 223, Décimo Quarto Grau; Deus habita em toda a matéria, como ensina o hinduísmo, pg 710, Vigésimo Oitavo Grau].

7) A vida eterna é obtida pelas obras, pg 219, Décimo Quarto Grau, pg 399, Vigésimo Quarto Grau; pg 538, Vigésimo Sexto Grau].

8) A deusa Ísis outorga “novo nascimento” às pessoas a quem os segredos de sua religião podem ser confiados, [pg 338, Vigésimo Quarto Grau].

Importância do Livro; Contribuição Oferecida: [Citando a editora Kessinger Publishing]. “A Maçonaria e os rituais maçônicos de acordo com Albert Pike. Albert Pike foi a primeira pessoa a escrever uma análise detalhada explicando o significado dos vários graus do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria. Ele escreve em um estilo esotérico e filosófico; não é uma leitura fácil. Todos os graus no Rito Escocês são explicados...”.

VI.  AS JURAS DA MAÇONARIA


Os maçons defendem-se aqui alegando que no meio religioso, social e civil há também juras por ocasião do batismo com água, casamento, juramento à bandeira, posse de cargos públicos, colação de grau, etc. Mas aí não são juras como na Maçonaria; são compromissos, e, além disso, são públicos e escritos em documentos públicos. Se trata de um crente, ele entra aqui em colisão como as Escrituras quando diz: Ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24). Sim, porque a Maçonaria por essas juras governa a liberdade moral do indivíduo. Na passagem acima, Jesus não disse que é difícil servir a dois senhores; ele disse: ninguém pode, isto significa impossível (ver Mt 5.34-37; Lv 5.4; Tg 5.12).

Em cada grau, o maçom é submetido a um juramento. E diz:

“Eu, (cita o seu nome), juro e prometo, de minha livre vontade e por minha honra e pela minha fé, em presença do grande Arquiteto do Universo (GADU), (uma das maneira como os mórmons se referem a Deus) e perante esta assembléia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um legitimo irmão ou em uma loja regularmente constituída; nunca os descrever, gravar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los.

“Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e meu corpo enterrado na arreia do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento sendo declarada sacrilégio para com Deus e desonrado para homens. Amém”.

O juramento da maçonaria é proibido pela Bíblia (Mt 5.34; Tg 5.12; Lv 5.4), pois tem um caráter profano. Por meio dele, o cristão declara que entregará seu corpo para ser mutilado por uma sociedade secreta. O nosso corpo pertence a Deus e não estamos autorizados a entregá-lo a uma sociedade mundana (1ª Co 6.19-20).

O seu segredo organizado e sistemático é contrário ao ensino bíblico (Jo 18.20; Mt 10.26-27; Mt 5.14-16). Satanás é o príncipe das trevas e as trevas são refúgio do pecado (Jo 3.19-21; Ef 5.8, 11).

Não pode haver sociedade entre o fiel e o infiel (2ª Co 6.14-17). Tal juramento estabelece mais do que amizade entre as pessoas, estabelece fraternidade indissolúvel, e a promessa de guardar segredos ainda é desconhecidos (Lv 5.4).


Em verdade, o juramento proferido no ato iniciatório da maçonaria é uma escravização da consciência. Não podemos, como cristãos, submeter nossa consciência a um poder estranho (2ª Co 5.10).







VII.     CONFISSÃO DO PRIMEIRO GRAU



No primeiro grau da maçonaria, o candidato admite que é profano que está nas trevas em busca de luz. Isso porque a maçonaria afirma que todos os que não são maçons estão em trevas.


A palavra profano aparece na carta aos Hebreus 12.16 com relação à pessoa de Esú. Profano significa um homem secularizado. A Bíblia diz que éramos trevas antes de conhecermos a Jesus (Ef 5.8-12). Jesus, a luz do mundo (Jo 8.12; 12.46), nos transportou do reino das trevas para o reino da luz (Cl 1.12-14), por isso somos filhos da luz (1ª Ts 5.4-5). Diante disso, como o cristão pode aceitar essa condição de profano que está em trevas e vai buscar a luz na maçonaria?

Pr. Elias Ribas
E-mail para contato:
pr_eliasribas@yahoo.com.br

FONTE DE PESQUISA


1.      BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
2.      BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
3.      BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
4.      BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
5.      CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
6.      CLEMAR GONÇALVES, maçonaria: Duas organizações, uma visível, outra invisível, http://www.espada.eti.br/free001a.asp - acesso dia 25/02/2009.
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