TEOLOGIA EM FOCO

sábado, 31 de agosto de 2013

BAIXO ESPIRITISMO


I.     HISTÓRICO

ORIGEM REMOTA - A primeira sessão espírita aconteceu no jardim do Éden, quando o diabo agiu como guia espiritual, a serpente serviu de médium (cavalo) e Eva de assistente. Daquele momento em diante a religião espírita em suas mais diversas formas se proliferou pelo mundo todo. Na Babilônia, Egito, Canaã, China, Tibete, Índia, África em geral e muitas tribos indígenas, o espiritismo chegou a ser a religião oficial da maioria do povo. Mesmo as religiões não declaradamente espíritas tinham um pujante cunho de misticismo fetichista que as ligava diretamente às práticas ocultistas.

1.   Herança africana.
O Baixo Espiritismo, existente no Brasil é de origem africana. “Dois grupos étnicos africanos vieram realmente contribuir para a formação dos assim chamados ‘cultos afro-brasileiros’: os Sudaneses e os Bantos. No Brasil, tornou-se dominante a religião sudanesa, a dos Yoruba” (Baalen).

2.   Sincretismo afro-brasileiro.
Esta forma diabólica de culto foi transportada para o Brasil pelos navios negreiros que traziam escravos “do rio Congo, de Angola e de Moçambique”. Ao chegarem no Brasil, foram oficialmente proibidos pelo catolicismo de praticarem seus cultos. Para escaparem à perseguição que se seguiu, adotaram santos católicos como S.Jorge, S.Antonio e outros. Pela convivência com índios brasileiros, acrescentaram o nome de caboclos e divindades indígenas ao seu panteão e, mais tarde, idéias Kardecistas.

3.   Atualidade.
Tendo o catolicismo romano perdido seu monopólio no campo religioso e o país estando aberto ao pensamento ideológico, a proliferação dos terreiros espíritas é assustadora. Hoje o principal centro de proliferação e prática está no Rio de Janeiro. Em alguns lugares, catolicismo e Baixo Espiritismo já estão andando de mãos dadas. Muitos dos católicos professos crêem ou são adeptos do espiritismo. É muito grande a influência desta religião na cultura brasileira.
Muitas figuras importantes hoje estão ligadas ao Baixo Espiritismo: São políticos, empresários e outros que procuram nesta religião diabólica a solução de seus problemas, mas só encontram maldição e ruína.

II.   ADEPTOS

São comumente divididos em três categorias:

* ATIVOS - São os chefes de terreiros, os cavalos (médiuns), os cambonos (ajudantes diretos dos médiuns) e ogãs (figuras destacadas nos centros).


* PARTICIPANTES - São frequentadores assíduos, mas não compreendem perfeitamente o espiritismo. O procuram porque necessitam de um objeto de fé e porque creem que ali resolverão seus problemas mais imediatos.


* EVENTUAIS - Geralmente são católicos que só procuram os terreiros por interesse pessoal e esporadicamente. Recebem passes, fazem despachos e acreditam nos guias, mas não tem nenhum compromisso sério com a religião. Assim que se sentem satisfeitos, se afastam novamente.

III.  DOGMATISMO GENERALIZADO

Embora não tendo codificação fixa - muitos até zombam dos livros - alguns pontos são comuns a todos.

ENTIDADES ESPIRITUAIS - Todos creem nos espíritos - guias - os invocam com cânticos e danças próprias - geralmente o batuque - os incorporam e servem conforme os ditames de cada . Deus superior da religião sudanesa. Seu nome está esquecido no Brasil.

1. Orixás - São entidades divinas com nomes africanos, mas geralmente identificadas com santos católicos:
a. Oxalá é identificado com Cristo.
b. Xangô é S.João Batista e S. Jerônimo.
c. Yansã é S.Bárbara.Ogum é S. Jorge.
d. Oxossi é S. Sebastião.
e. Exú é o deus brincalhão dos Yoruba. Por sua habilidade em fazer o mal, é identificado com o diabo e é também o mais temido.
Estes e muitos são os chefes de “falanges” - termo tomado por empréstimo do exército grego, no tempo de Alexandre, o Grande. Em cada divisão se concentram miríades de demônios menores que são igualmente adorados.

2. Pretos Velhos - São almas dos antepassados africanos ou de algum adepto que se destacou na seita.

3. Caboclos - Almas de antepassados índios, podem representar uma pessoa ou uma tribo inteira.

IV.  HIERARQUIA PERSONAL

O princípio da autoridade está baseada principalmente no grau de desenvolvimento que o adepto alcançou.

1. Pai ou mãe-de-santo - São aqueles (as) que já alcançaram um grau mais alto de desenvolvimento espiritual, incorporam entidades mais elevadas - orixás - e são os chefes de terreiros. São temidos, adorados e invejados pelos demais adeptos; são chamados de pai (ou mãe) e sua autoridade é incontestável, visto que cada terreiro segue as orientações pessoais do líder.

2.) Filhos de santo ou cavalos - São aqueles que já incorporaram, mas apenas entidades menos elevadas, como pretos velhos e caboclos. Poucos incorporam orixás. São a verdadeira montaria dos demônios.

3. Cambonos - São os ajudantes diretos dos médiuns quando estes estão possessos. Transmitem os conselhos dos guias, fazem anotações e outras atividades pertinentes.
4. Ogãns - São “espécies de protetores prestigiosos” (Baalen). Servem também para “puxar o ponto” (dança) na invocação dos espíritos.

V.   SISTEMA DE CULTOS

Centro de Mesa - Na umbanda praticam também um sistema semelhante ao Kardecista: o médium incorporado assenta-se atrás de uma mesa e dá “consultas” aos clientes ou encarna um morto segundo o pedido do consulente. Este sistema é conhecido como linha branca, pois procura fazer somente o bem.

Terreiros - Estes são comuns em todas as divisões. Alguns usam atabaques (tambores) e pontos (danças) na invocação dos guias (espíritos). Outros apenas saúdam os ídolos do congal, o pai ou mãe-de-santo e incorporam em seguida. Dão passes, receitas, conselhos e a costumeira fórmula de proselitismo aos incautos: “você precisa desenvolver”, alguns prometem curas, solução de problemas pessoais, emprego, casamento, negócios, etc.

VI.  CRENÇAS COMUNS

Diretamente ligadas a toda sorte de espiritismo, estão as conhecidas práticas da simpatia, benzedura, uso de amuletos, breves, talismãs, consulta ao horóscopo, cartomantes, búzios, etc.

VII.     ÉTICA

Inexiste um sistema de ética definido. Cada grupo faz seu próprio sistema. Alguns problemas éticos salientes são:

1. Amor - Só é conhecido segundo os padrões egoísticos e sensuais do mundo pagão. O uso da violência é comum.

2. Moralidade - Não há um conceito de pureza moral à semelhança do cristianismo. Sexo ilícito, traição, separação, divórcio, desonestidade e competições são fatos comuns entre os adeptos.

3. Cerimônias - Não há conceito de pureza, cerimonial e nem de conservação da saúde. No Antigo Testamento os sacrifícios sangrentos eram regidos por uma severa lei de preservação ambiental e corporal dos ofertantes. As cerimônias sangrentas no Baixo Espiritismo são condenadas pela medicina e todas as regras de higiene conhecidas.

VIII.   DIVISÕES E DIFERENÇAS

No Brasil existem quatro divisões principais. Cada qual tem suas peculiaridades. Ás vezes se misturam ou então se tornam grandes rivais.

1.   Umbanda.
a)   O vocábulo Umbanda significa “do lado de Deus ou do bem”
b)   “É um misto de espiritismo, Kardecista, catolicismo, budismo e mediunismo” (J. Cabral).
c)   Servem especialmente aos orixás, pretos velhos e caboclos, pela prática do bem e rejeitam aos exús, pois os consideram muito maus.
d)   Suas oferendas são de flores, velas, perfumes e enfeites.
e)   Predominam as roupas de cores brancas e azuis.
f)   Usam os atabaques e pontos na invocação de guias.

2.   Quimbanda.
a) Predomina o uso de cores vermelhas e pretas.
b) Os sacrifícios geralmente são sangrentos e a oferenda de animais é constante.
c) Servem principalmente aos exús. Procuram oferecer um sacrifício maior do que aquele oferecido na Umbanda, para conquistar os exús.
d. Preocupam-se especialmente em fazer o mal, segundo a solicitação dos adeptos ou frequentadores eventuais.
e) Consomem bastante marafa (cachaça) misturada com arruda e outras ervas.

3.   Candomblé.
Religião afro-brasileira que cultua os orixás, deuses das nações africanas de língua ioruba dotados de sentimentos humanos, como ciúme e vaidade. O candomblé chegou ao Brasil, entre os séculos XVI e XIX, com o tráfico de escravos negros da África Ocidental. Sofreu grande repressão dos colonizadores portugueses, que o consideravam feitiçaria. Para sobreviver às perseguições, os adeptos passaram a associar os orixás aos santos católicos, em um processo chamado de sincretismo religioso. Por exemplo, Iemanjá é associada a Nossa Senhora da Conceição; Iansã a Santa Bárbara.

Uma das festas mais conhecidas do candomblé brasileiro é a de Iemanjá, orixá feminino considerado a rainha dos mares e oceanos. A comemoração acontece no dia 2 de fevereiro, na Bahia, e na noite de 31 de dezembro, no Rio de Janeiro. Os devotos levam oferendas ao mar, e, segundo a tradição, Iemanjá surge envolta em espuma para recebê-las.

A Lavagem do Bonfim, em Salvador (BA), é um dos exemplos da fusão religiosa do catolicismo com o candomblé. O Senhor do Bonfim, homenageado no dia 11 de janeiro, é identificado como Oxalá. Os fiéis percorrem, em cortejo, um trajeto que começa no largo da Conceição e termina na Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. No local é realizada a lavagem simbólica das escadarias da igreja, com água perfumada e flores.

Pais e mães-de-santo – Os pais-de-santo (babalorixás) e mães-de-santo (ialorixás) são os chefes do terreiro por indicação direta de um orixá. A escolha geralmente acontece nos cultos e, durante a revelação do santo, o aprendiz é tomado por tremores e sobressaltos. A segunda etapa dura quase um mês: internado no terreiro, o aprendiz tem a cabeça raspada, é banhado com sangue sacrificial de animais e, finalmente, promovido a filho ou filha-de-santo (iaô), sacerdote de um orixá. Concluída essa fase, o filho ou filha-de-santo ainda passa por uma preparação, que demora vários anos, até chegar a pai ou mãe-de-santo. Nos terreiros, além de chefiar os rituais, os babalorixás e as ialorixás recebem os fiéis em sessões individuais para revelar o orixá de cada um, tradicionalmente pelo jogo de búzios. A identificação do orixá, ou santo no sincretismo, ajuda o fiel a entender a própria personalidade. Para o fiel, cultuar o Candomblé significa equilibrar suas energias (axés) com as energias de seu orixá.

Ritos – Cada orixá tem uma rica história de narrativas míticas. Elas definem seu temperamento e seus gostos, suas cores, comidas, suas cantigas, rezas e tabus, ambientes e ligação com a natureza, situações associadas a ele e um grito pessoal, saudação que é usada para invocá-lo.

a)   Usam banhos e oferendas de comidas aos guias.
b)   Fazem diversas misturas de ervas com pó de cemitério, pó de osso e pedras para fechar o corpo, afastar mau olhado, fazer defumação, receberem benefícios, seduzir a pessoa desejada, etc. Tudo isto é comercializado com a finalidade de gerar fundos aos terreiros.
c)   “O sangue do Candomblé é verde” (J. Cabral). Usam sacrifícios sangrentos, mas o sangue é misturado com ervas brasileiras e contrabandeadas da África.
d)   Não invocam pretos velhos ou caboclos, mas sim os exús e adoram abertamente ao diabo. Aplicam-se principalmente à prática do mal.
e)   Usam a prática de “fazer cabeça”, i.é, vendem a alma aos demônios. Por isso a dificuldade que muitos adeptos têm para se converterem, pois temem aos demônios devido aos votos que fizeram.

4.   Macumba.
a)      É a mais profana e liberal das práticas espíritas. Não possui normas e nem se limita a qualquer sistema. Seu sincretismo não tem compromisso sério com nenhuma das outras práticas.
b)      Usam defumação antes de começar as sessões nos terreiros.
c)      Fazem uma prece a oxalá (Jesus) e aos orixás pedindo licença para começar a sessão.
d)     Quando realizam sessões para orixás e exús, geralmente são às sextas-feiras à meia-noite.
e)      Fazem oferendas da farofa, pipoca, cachaça e outras bebidas. Para descargas mais pesadas, usam também a pólvora. Normalmente colocam os despachos nas encruzilhadas, rios, no mar, nas matas ou nos cemitérios. Tudo é feito segundo a exigências do guia.

REFUTAÇÃO BÍBLICA

1.   Não idolatrar.
a)        O ídolo é uma usurpação do lugar e glória que pertence somente ao Senhor e também uma inversão de valores (Êx 20.4,5; Rm 1.23, 25).
b)        Deus condena com veemência a idolatria e os idólatras (Dt 4.23, 24; Ap 21.8).

2.   Não consultar espíritos e nem mortos.
a)        Deus falou através dos anjos (Dn 9.21-22), mas nunca permitiu que fossem invocados ou adorados (Ap 22.8-9).
b)        Os mortos não voltam para entrar em contato com os vivos (Ec 9.5-6; Lc 19.27-31).
c)        Quem consulta espíritos e mortos está servindo aos demônios (Lv 17.7; Lc 4.4,7).

3.   Não praticar feitiçaria.
a)        Deus condenou todas as formas de feitiçaria (Dt 18.10-14; Is 8.19,20), pois é um serviço direto a Satanás.
b)        A vida terrena dos feiticeiros é saturada de sofrimentos, pois não tem as benções de Deus (Is 8.21,22).
c)        No A.T. os feiticeiros eram punidos com a morte (Ex 22.18).
d)       A condenação eterna está reservada aos feiticeiros e àqueles que neles crêem
(Ap 22.15).

4.   Ter ética definida. 
a)        O cristianismo é uma religião de normas definidas. O amor à pureza e a tudo o que é verdadeiro são sua marca indelével (Lc 10.27; Jo 13.34; Rm 12.9-13,14; Ef 4.17; 6.9, etc.).
b)        Os cristãos não são salvos pela prática das boas obras, mas estas são uma consequência natural e obrigatória da salvação recebida (Ef 2.10).

5.   Amar e servir somente a Deus. 
a)        Este foi o propósito da criação. Deus não criou o homem para que andasse perdido e dominado por qualquer sorte de pecado ou crença espúria em qualquer espírito usurpador (Is 43.7).
b)        O homem só é beneficiado quando se dedica exclusivamente ao Senhor (Jo 14.1-3; 1ª Co 15.51-53).
c)        Este foi o exemplo e ordem do Homem Perfeito - Jesus (Mt 4.10). Também foi imitado pelas maiores e melhores personalidades que já viveram neste mundo: Paulo e Pedro (Gl 1.10; At 14.19), Agostinho, Lutero, Calvino, Knox, Moody, Robertson, George Washington, Billy Graham e outros milhões de exemplos.


O Baixo Espiritismo está entre as religiões mais degradadas que existem. Não apenas são vítimas do poder satânico, como também o invocam voluntariamente. Embora muitos não se importem com a Igreja do Senhor, suas práticas maléficas são uma pedra no sapato dos crentes. Isto porque são um reforço para o reino inimigo, o que resulta em natural antagonismo ao Reino de Deus. Somente pela Prática constante da oração fervorosa e da evangelização incansável é que os cristãos terão vitória sobre estas hostes malignas.

Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA

1.      BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
2.      BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
3.      BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
4.      BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
5.      CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
6.      DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR, Email - prdelvacyr@hotmail.com.
7.      ELIENAL CABRAL, lições bíblicas, 1º trimestre 2007, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
9.      ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 3º trimestre 2004, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
8.  ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 4º trimestre 1991, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
9.  ELIEZER LIRA, lições bíblicas, 1º trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
10.  EZEQUIAS SOARES SILVA, lições bíblicas, 2º trimestre de 1997, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
11.   EZEQUIAS SOARES, lições bíblicas, 2ª trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
12.  FRANCISCO DA SILVEIRA BUENO, Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, 11 ª Edição, FAE, Rio de Janeiro RJ.
13.  JOSÉ ELIAS CROCE, Lições bíblicas, 1º trimestre 2000, Ed. Betel.
14.  JOHN LANDERS, Religiões mundiais, Juerp, Rio de Janeiro, 3ª Edição, 1994.
15.  PAULO MIGLIACCI ME, Cientista propõe fim do “culto a Darwin”, Seite -E:\EVOLUÇÃO.mht – acesso dia 22/02/2009.
16.  RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
17.  RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
18.  RAIMUNDO DE OLIVEIRA. Seitas e Heresias: Um Sinal do Fim dos Tempos. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. Disponível: http://desmascarandoseitas.blogspot.com/2008_12_01_archive.html - acesso dia 10/01/2011.
19.  RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
20.  SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
21.  SÉRIE APOLOGÉTICA, ICP, Volomes I ao VI, Instituto Cristã de Pesquisa, Site, ww.icp.com.br24.  SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com

Um comentário:

  1. Paso visitando su blog. Bendiciones.
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