TEOLOGIA EM FOCO

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

EVOLUCIONISMO



I.         INTRODUÇÃO

A Bíblia ensina claramente a doutrina de uma criação especial, ou seja, que Deus criou cada criatura “conforme a sua espécie” (Gn 1.24). Isto quer dizer que cada criatura, seja o homem ou animais, foi criado como hoje.

II.      HISTÓRICO

No decorrer dos séculos mais principalmente no século atual, muitas vãs filosofias, falsos ensinos e teorias têns procurado lançar dúvidas sobre o relato bíblico da criação. Entre essas teorias destaca-se a da evolução.

A doutrina da evolução começou a ser propagada por um naturalista inglês que viveu entre 1809 e 1889 chamado Charles Darwin.

De dezembro de 1831 a outubro de 1836, quando viajava a bordo do “Beagle” um navio de pesquisas científicas, visitando as ilhas de Cabo Verde e outras ilhas do Atlântico, bem como as costas da América do Sul, Nova Zelândia, Malvinas Brasil, etc. Darwin começou a observar algo que lhe chamou atenção.

O estudo dos bancos de corais foi o que mais lhe interessou e o levou a formular a “Teoria da Transmutação das Espécies” e a “Seleção Natural”. Em novembro de 1859 Darwin publicou o livro “A Origem das Espécies” ou “A Preservação das raças favorecidas na luta pela vida”. Este livro se tomou o guia do evolucionismo. Embora, esta teoria seja tão aceita e disseminada o próprio Darwin, a abandonou, antes de morrer, pois tinha em mente que se tratava apenas de teoria e não de ciência.

A ciência lida com fatos concretos que podem ser provados. A teoria costumeiramente se provê de chavões tais como: Acredita-se que ..., Admite-se que...; possivelmente..., talvez..., mais ou menos há tantos anos..., etc.

III.   CONCEITO EVOLUCIONISTA A RESPEITO DA ORIGEM DO HOMEM


A teoria evolucionista tem como ponto de partida a afirmação de que homens e animais, em geral, procede do mesmo tronco e que ambos são o somatório de mutações sofridas no decorrer dos milênios. Colocam o início da vida humana na terra a milhões de anos antes do tempo que a Bíblia preconiza para tal.

A Bíblia ensina que Deus criou as criaturas conforme a sua espécie (Gn 1.24), isto que dizer, que tantos homens como animais foram criados exatamente como os vemos hoje.

A narrativa subseqüente a este capítulo, mostra claramente que as gerações que surgiram até o dilúvio permaneceram em continua relação genética com o primeiro casal, de maneira que a raça humana constitui não somente uma unidade especifica, uma unidade no sentido em que todos os homens participam da mesma natureza, mas também uma unidade genética e genealógica. Este fato é comprovado em Atos 17.26.

1.   Teológico.
Romanos 5.12-19 e 1ª Co 15.21, 22 indicam a unidade, orgânica da raça humana tanto em relação com transmutação como em relação à provisão divina concernente à salvação da raça humana na pessoa de Jesus Cristo.

2.    Argumentos contra o evolucionismo histórico.

As tradições mais antigas apontam para o fato de que os homens tiveram uma origem comum. As histórias das migrações demonstram que tem havido distribuição das populações primitivas partindo de um só centro, isto é, de um mesmo lugar.

3.   Filológico.
Estudos feitos em torno das línguas da humanidade indicam que elas têm origens comuns, por exemplo, as línguas indo-germânicas encontram sua o uma língua primitivamente comum na qual encontram-se resquícios dos também há evidências que demonstrem que o antigo Egito é o elo da união línguas indo-européias e as semíticas.

5.   Psicológico.
A psicologia revela claramente que as almas dos homens, sem distinção de tribo ou nação a que pertencem tem essencialmente as mesmas características, instintos e paixões; as mesmas tendências e, sobretudo as mesmas qualidades.

IV.   A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM E SUA COMPOSIÇÃO VISÍVEL


No hebraico a palavra homem significa literalmente, terra pó ou barro (Gn 2.7).

Ficamos deslumbrados diante da perfeição do corpo humano. Pensemos por exemplo, no cérebro, com suas galerias colunas, câmaras, pilares, admiráveis corredores e um labirinto de vias misteriosas que jamais puderam ser trilhadas pela capacidade humana. A constituição orgânica e química de ferro, açúcar, sal, carbono, fósforo, cálcio, iodo, etc. Seiscentos músculos, novecentos e setenta milhas de vasos sanguíneos, e tantas outras maravilhas.

Além do corpo físico o homem é constituído de alma e espírito, constituição esta, inexistente nos animais.

Pensamos apenas em um dos elementos do espírito, que possui duas faculdades: A fé e a consciência. Não há nenhum animal tão alto, na escala de desenvolvimento que adore a Deus, como não existe homem tão sem consciência que não pense sobre Deus.

V.      TRAÇANDO UM PARALELO COM O MACACO


Os macacos são quadrúmanos, isto é, que tem, os quatro membros determinados em mãos. Assemelham-se corporalmente ao homem, mas intelectualmente são muito diferentes. Faltam-lhe as circunvoluções cerebrais, falta-lhes memória, raciocínio e inteligência. Seu cérebro não evolui, por isso os macacos ficam eternamente “crianças”. Tudo o que fazem é por imitação, maquinalmente.

Diferencia-se dos seres humanos entre outras coisas:
1.   Pela testa fugidia, boca proeminente, lábios descamados, falta de panturrilhas, fato este que lhes impede de assumir a atitude ereta. Um macaco domesticado é capaz de receber uma visita, passear com ela pela casa, mover os lábios como se fosse falar... porém, tudo maquinalmente, sem pensar e dando a impressão de ser muito inteligente. Pura ilusão, pois tem “cabeça dura”; e são dos animais domesticado, os mais difíceis de educar.

2.   O homem é dotado de um sistema nervoso altamente sensível, um aparelho emocional muito complexo e um nunca acabar de memórias, afetos e ansiedades.

VI.   UMA CURIOSIDADE


Segundo alguns “paleontologistas” o primeiro homem seria o Neanderthal (região da Alemanha) e teria vivido a 50 mil anos, o segundo, o de Auringnac (nome do lugar onde foram encontrados seus despojos). Outros afirmam que o homem de Piltdown teria existido a 550 mil anos. Na cidade italiana de Grosseto em 1958 descobriu-se um esqueleto que “pertencia” aos Oriopitecus, seres pré-humanos extintos há 10 milhões de anos. Na famosa gruta de Maquinê em Cordisburgo MG o Dr. Peter Lund informou haver descoberto, em 1834 restos humanos da Era Quaternária, ou seja, de 50 milhões de anos. Os pesquisadores Valois e Roche nas grutas de Têmpera, Marrocos, acharam uma arcada simiesca de dentição de um ser pré-humano que teria vivido há cerca de 180 milênios; e o antropólogo norte americano Carl Johnson afirmou que os antepassados do “Homo-sapiens” começaram a andar eretos há 3 milhões de anos, segundo um achado arqueológico de 1973 na Etiópia.

Para tal estudiosos um ser pré-humano teria vivido há 10 milhões de anos ou há 180 milênios. Segundo tais hipóteses há 100 mil séculos o homem não passava de Pré-humano e há 100 mil anos ele deixava de ser macaco para tornar-se “homo-sapiens”. Nestas circunstâncias é simplesmente impossível conciliar tão vagas e dissonantes suposições, e muito menos contar com o mais remoto apoio da ciência.

Provas atômicas demonstram, em 1954, a completa mistificação do homem de Piltdown. Charles Darwin trabalhou ardilosamente por de trás das costas dos evolucionistas e estes levaram 43 anos para perceberem seu erro. Descobriu-se um pedaço de pederneira encontrado em Piltdown não era uma “ferramenta” pré-histórica tingida pela passagem de milhares de anos, mas simplesmente um pedaço que tinha sido tratado com a solução de cromo para parecer antigo.

O “fóssil”, de Piltdown foi aceito como autêntico e ostentado diante dos que, amam a Bíblia, no entanto um certo Dr. Weinr de Oxford notou algumas circunstâncias estranhas acerca do homem de Piltdown. Os dentes deste ser humano pareciam gastos de uma maneira que não poderia acontecer com um macaco. Podia ser que alguém, deliberadamente, tivesse polido parte de sua arcada dentária com alguma ferramenta. Com outro cientista foi o Museu Britânico e descobriram, por um microscópio que, de fato, alguém tirara grande parte dos dentes com a lima. Por meio de medidor Geige e outros recursos não conhecidos no tempo em que Charles Darwson “descobriu” o fóssil verificaram que as peças datavam e 50 anos e não de 550 mil anos, e que eram de um macaco e não de um ser humano. Dawson, então morto, colara astutamente o maxilar. Assim os evolucionistas se tornaram vítimas da mais infame embuste de todos os tempos.


Se os evolucionistas calcularam a idade de um osso em 500 mil anos quanto tinha apenas 50 anos, como podemos confiar nos seus cálculos?

FONTE DE PESQUISA


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2.         BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
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