TEOLOGIA EM FOCO

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A MAÇONARIA E O OCULTISMO


Agora, vamos examinar as camadas mais profundas dos simbolismos e seus significados. Você ficará surpreso com as revelações inseridas no enredo e com os símbolos mostrados.

1.      A Sociedade Secreta dos Cavaleiros Templários.

John Robinson faz um excelente relato sobre os Cavaleiros Templários em seu livro, Born in Blood: The Lost Secrets of Freemasonry. Em 1188, após os Cruzados tomarem a Terra Santa, Hugh de Payens, um vassalo do conde de Champagne, pediu permissão ao Rei Balduíno II para estabelecer uma nova ordem religiosa. “Ao patricarca de Jerusalém eles faziam votos de pobreza, castidade e obediência. Essa nova ordem se dedicaria totalmente a oferecer proteção aos peregrinos nos lugares santos. Ao longo dos séculos, eles seriam conhecidos como Ordem do Templo, Cavaleiros do Templo de Salomão em Jerusalém, e diversas outras variantes. No entanto, duas coisas permaneceram padronizadas: Qualquer que fosse a forma do nome, sempre estava baseado no Templo de Salomão, e sempre estava em segundo lugar com relação ao nome que eles ainda mantêm, os Cavaleiros Templários” (pg. 66). Logicamente, qualquer pessoa familiarizada com a Maçonaria apreciará essa última frase, pois a Maçonaria afirma que foi fundada durante a construção do Templo de Salomão.

Em 1127, o Rei Balduíno II pediu ao papa Honório, “sanção para a nova Ordem dos Templários, e pediu-lhe para definir a regra para a vida e conduta de seus membros” [Ibid]. Nos próximos séculos, os Cavaleiros Templários cresceram em estatura, autoridade e bênçãos dos Papas. Também se tornaram extremamente ricos e influentes.

Independente do país onde residiam, os Cavaleiros Templários somente reconheciam a autoridade do papa. Consequentemente, os reis de diversos países em que os Templários habitavam consideravam a ordem com hostilidade e desdém. Em 1307, o rei francês Filipe IV, o Belo, colocou seus olhos no tremendo poder político e nas riquezas dos Cavaleiros Templários franceses, onde o Grande Mestre Templário residia. O rei Filipe cobiçava o poder e a riqueza dos Templários. Portanto, ele decidiu planejar como derrubar a ordem e confiscar suas riquezas.

O rei Filipe entregou a responsabilidade de destruir os Templários a Guillaume de Nogaret, um de seus ministros de confiança. Nogaret infiltrou doze de seus homens em diversos comandos dos Templários. Esses espiões serviram bem ao rei em seu plano de destruir os Cavaleiros Templários. Quando o rei atacou na alvorada do dia 13 de outubro de 1307, ele estava bem preparado com uma lista de crimes dos quais os Templários seriam acusados. Estas foram algumas das acusações:

1.      Heresia contra a Igreja Católica Romana.
2.      Rejeição de Jesus Cristo, exemplificada por rituais onde cuspia-se e pisava-se na cruz. 
3.      Sodomia e outros atos de homossexualidade. Em toda a história, essas acusações são comuns contra ordens que exigem o celibato. O celibato entre homens comumente resulta em práticas homossexuais. Hoje, vemos constantemente denúncias de atividade homossexual entre os padres da Igreja Católica Romana.

Vários dos Templários franceses confessaram a prática de feitiçaria, incluindo um dos espiões do rei. “Os Templários confessaram a adoração de um ídolo barbudo, aparentemente uma cabeça, a quem chamavam de 'Baphomet'.


Essas são acusações muito sérias, pois rotulavam os Cavaleiros Templários como um grupo satanista. No entanto, os historiadores preferem desconsiderá-las, tendo em vista que a maioria das confissões foi obtida sob terríveis torturas perpetradas pelos homens do rei e pelos inquisidores do Papa. No entanto, a maioria dos historiadores convenientemente negligencia o testemunho dos doze espiões do rei, pelo menos um dos quais presenciou pessoalmente a feitiçaria de Baphomet.

Agora, temos o testemunho dos próprios satanistas. Eles estão simplesmente informando seus irmãos da verdade. Vamos examinar o testemunho deles, pois é muito esclarecedor.

Conforme as revelações de John J. Robinson, em seu livro Born of Blood: The Lost Secrets of Freemasonry..Fontes Satânicas Afirmam Que os Cavaleiros Templários Eram Satânicos! Mais Evidência Que a Maçonaria Também Seja Satânica”.

Várias fontes satânicas informam a seus seguidores que os Cavaleiros Templários eram adoradores de Satanás. Como Albert Pike admite que a Maçonaria deriva dos Cavaleiros Templários, essa é um prova forte que a Maçonaria é Satânica em seu núcleo. 

Incentivamos você a ler esse artigo com atenção, pois lança muita luz sobre as verdadeiras origens da Maçonaria. Vejamos o que diz um historiador secular:

“Bafomé: O ídolo na forma de bode dos Templários. Algumas autoridades dizem que Bafomé era uma cabeça monstruosa, outros que era um demônio na forma de um bode, uma figura panteísta e mágica do Absoluto. A tocha colocada entre os dois chifres representa a inteligência equilibrada da tríada. A cabeça do bode é sintética e une algumas características do cachorro, do touro, e do jumento. As mãos são humanas elas fazem o sinal do esoterismo em cima e embaixo, para transmitir mistério aos iniciados e apontam para dois crescentes lunares. A parte inferior do corpo está coberta, o ventre do bode tem escamas, o bode tem seios femininos, em sua testa, entre os chifres e abaixo da tocha, está o sinal do microcosmo, ou o pentáculo, com uma ponta na ascendente” [Encyclopedia of Occultism, Lewis Spence, copyright 1959, publicada originalmente em 1920].

Uma vez que você perceba que a sociedade secreta dos Cavaleiros Templários adora o satânico deus na forma de bode chamado Bafomé, então as antigas acusações que eles participavam em sacrifício humano e abomináveis atividades homossexuais tornam-se totalmente críveis. Veja como um satanista explica a adoração a Bafomé:

“No satanismo, o pentáculo também é usado, mas como o satanismo representa os instintos carnais do homem, ou o oposto da natureza espiritual, o pentáculo é invertido para acomodar perfeitamente a cabeça do bode — seus chifres representando a dualidade, erguidos para cima em desafio, os três outros pontos invertidos, ou a Trindade negada. (Símbolo à direita) As letras hebraicas em volta do círculo exterior do símbolo, que é originário dos ensinos mágicos da Cabala, dizem Leviatã, a serpente das águas do abismo, e estão identificadas com Satanás. Essas letras correspondem com os cinco pontos da estrela invertida” [Ibidem].

Veja como outro satanista, Anton LaVey, o autor da Bíblia Satânica, discute os Cavaleiros Templários:

“Bafomé — adorado pelos Templários como um símbolo de Satanás” [pg. 58].

Esta citação deve fazer calar todos aqueles que tentam dizer que os Cavaleiros Templários não adoravam Satanás realmente, e que todas as afirmações que eles adoravam a Bafomé foram fabricadas, ou obtidas mediante tortura. Todos os maçons devem instantaneamente atentar e tomar nota, pois glorificam e honram os Cavaleiros Templários e os defendem grandemente. [Morals and Dogma, Albert Pike, capítulo XXX, pg. 814-24 http://cuttingedge.org/detail.cfm?ID=948].

Veja agora o que diz a autora cristã Dra. Cathy Burns:
“Os Cavaleiros Templários... tinham sido os mestres do engano, especialistas em duplicidade, parecendo servir a Cristo na superfície ao mesmo tempo em que adoravam a Lúcifer em seus ritos interiores. Essa honra vai a ponto de darem à ordem maçônica para os meninos e rapazes o nome de "Ordem DeMolay"; Jacques DeMolay era o líder bissexual dos Cavaleiros Templários quando eles foram atacados e destruídos pelo rei francês Felipe IV, o Belo” [Hidden Secrets of the Eastern Star, Dra. Cathy Burns, pg 127-130].

O símbolo satânico de Baphomet é o da direita, da Cabeça do Bode dentro de um círculo duplo, com “Lilith" escrito em baixo”. A forma “pura” de Baphomet é encontrada na esquerda, com o homem dentro.

 “O símbolo de Bafomé foi usado pelos Cavaleiros Templários para representar Satanás e é representado pelo símbolo da direita nesta gravura. Bafomé representa os poderes das trevas combinados com a fertilidade regenerativa do bode. Em sua forma 'pura', o pentáculo - o símbolo à esquerda na gravura - é mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos de uma estrela - três pontos para cima e dois para baixo, simbolizando a natureza espiritual do homem” [Templo de Satanás, em http://www.geocities.com/SoHo/Lofts/6877/].


Antes de deixarmos esse assunto da adoração ao Bafomé pelos Cavaleiros Templários, vamos examinar mais um aspecto: Essa adoração a Bafomé foi usada poderosamente para conjurar demônios a esta dimensão por meio de rituais de Magia Negra realizados por um mago poderoso. Como mostra esta gravura acima, o maçom de Grau 33 Eliphas Levi, acaba de fazer um demônio — o espírito maligno 'Apolônio de Tiana' — entrar nesta dimensão por meio da leitura do ritual que está em sua mão; observe a figura completa de Bafomé na parede, no lado esquerdo da gravura. Permita que o autor maçom Manly P. Hall descreva Bafomé na conjuração de espíritos malignos para esta dimensão terreal:

“A magia cerimonial é a arte antiga de invocar e controlar espíritos pela aplicação científica de certa fórmula. Um mago em vestes santificadas e carregando uma varinha com inscrições em hieróglifos, poderia, pelo poder investido em certas palavras e símbolos, controlar os habitantes invisíveis dos elementos e do mundo astral. Totalmente convencido que suas escrituras sancionavam isso, muitos cabalistas medievais dedicaram suas vidas à prática da magia cerimonial. O transcendentalismo dos cabalistas está fundado sobre a fórmula antiga e mágica do rei Salomão, que há muito tempo é considerado pelos judeus como o príncipe dos magos cerimoniais” [Manly P. Hall, The Secret Teachings of All The Ages, pg CI].

Com Manly P. Hall fazendo o papel de mago – lendo um livro de encantamentos que está em sua mão – o demônio é conjurado a esta dimensão e aparece dentro do círculo que tem um triangulo desenhado no seu interior. Assim, os satanistas dão grande importância aos símbolos desenhados no chão. Eles usam esses símbolos durante as cerimônias poderosas de feitiçaria.

Agora que estabelecemos o fato que os Cavaleiros Templários eram um grupo satânico, precisamos retornar à premissa básica de John Robinson, em seu livro, [Born in Blood: The Lost Secret of Fremasonry].
Robinson explica que os Cavaleiros Templários escaparam das perseguições do rei Filipe IV de França e do Papa Clemente V, fugindo para a Escócia e para a Inglaterra, e renomeando o grupo para Maçonaria. As conclusões de Robinson foram apoiadas por diversas autoridades maçônicas, como informamos no artigo Nº1164, e que reimprimimos aqui.

Se você somente pudesse ler um livro sobre o início da Maçonaria, eu recomendaria este. É um relato fascinante dos Cavaleiros Templários após a morte do Mestre DeMolay em 1313, até o estabelecimento da Grande Loja da Inglaterra em 1717. [The Montana Masonic News].

Não somente John Robinson conclui que a Maçonaria descende diretamente dos Cavaleiros Templários, mas também o venerado líder e autor maçon, Albert Pike. Em seu livro [Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite] (leia a resenha). Pike diz:

“Portanto, a Espada e a Trolha do Pedreiro eram a insígnia dos Templários, que subsequentemente, como veremos, ocultaram-se sob o nome de Irmãos Maçons. Esse nome, Freres Macons, em francês, adotado como uma referência secreta aos Construtores do Segundo Templo, foi corrompido em inglês como Freemasons, (ou Maçons) [pg. 816].

Na verdade, Pike fala muito sobre os Cavaleiros Templários em seu livro Morals and Dogma, e sempre os apóia. Quando percebemos que a Maçonaria não é cristã, com base na comparação de suas doutrinas com as da Bíblia, e com base no estudo cuidadoso de Robinson conforme observado no artigo Nº 1164, então estamos abertos à discussão de exatamente qual tipo de organização a Maçonaria realmente é. Como são derivados dos satânicos Cavaleiros Templários, venerados na Maçonaria, é lógico perceber que a Maçonaria também é satânica. Esse fato é a razão pela qual a Maçonaria permaneceu tão secreta todos esses anos, pois sabiam que se seu segredo viesse ao conhecimento do público, a organização seria totalmente rejeitada!

“Os três canais principais por meio dos quais a preparação para a Nova Era ocorrerá pode ser considerados a Igreja, a Fraternidade Maçônica e o Campo Educacional. A Fraternidade Maçônica tem a custódia da lei; é o lar dos Mistérios e o trono de iniciação. Contém em seu simbolismo o ritual da Deidade, e o caminho da salvação é preservado de forma simbólica em suas obras. Os métodos da Deidade são demonstrados em seus Templos, e sob o Olho Que Tudo Vê, a obra pode avançar. É uma organização muito mais ocultista do que normalmente é percebido é destina-se a ser a escola de treinamento para os futuros ocultistas avançados. Em suas cerimônias estão ocultas o poder das forças conectadas com o crescimento e a vida dos reinos da natureza e o desdobramento dos aspectos divinos no homem. Na compreensão de seus simbolismos virá o poder de cooperar com o plano divino. Ela atende à necessidade daqueles que trabalham no primeiro Raio da Vontade, ou do Poder” [pg. 511, ênfase minha].

Continuamos com outros testemundos da liderança ocultista. Alice A. Bailey, que foi a líder da Casa da Teosofia, participou da Co-Maçonaria juntamente com seu marido Foster Bailey. Como ela e Foster eram maçons, cumpriam a afirmação da Maçonaria que não se pode compreendê-la a não ser que você seja um maçom. Veja a afirmação dela sobre a Maçonaria em seu livro [The Externalization of the Hierarchy, um livro monumental dedicado ao estabelecimento da Nova Ordem Mundial e seu Cristo (o Anticristo)].

Já se disse que foi o homem que criou Deus à sua própria semelhança, e não o contrário. Alice Bailey parece haver criado os Mestres segundo sua própria imaginação. Ela inclui em seu organograma, por exemplo, um certo “Mestre Saint-Germain” – que já havia sido inventado antes por Charles Leadbeater   e descrito como “senhor do sétimo raio”.  É conveniente lembrar que os detalhes folclóricos sobre os sete raios não pertencem à teosofia autêntica. Quanto ao grande místico e iniciado Saint-Germain, a informação sobre ele nas Cartas dos Mahatmas aponta na direção de ele haver-se retirado para os Himalaias,  ao final da sua experiência européia do século 18. Na ocasião, diz um Mahatma, ele fez sua “última saída, para o LAR” (Carta 20 da edição brasileira).

O Mestre Saint-Germain hoje é esperado pelos adeptos da nova era como o novo messias da era aquários.

Alice Bailey, que foi diretora da Casa da Teosofia no início deste século, escreveu sobre o papel da Maçonaria na vindoura Nova Era e na realização do aparecimento do Grande [o Anticristo], e a razão para todo esse segredo. Na verdade, Bailey está escrevendo como conduíte para seu 'espírito-guia', Mestre D. K. Bailey escreve em The Externalization of Hierarchy [A Exteriorização da Hierarquia]. “O Movimento Maçônico atenderá as necessidades daqueles que podem, e devem, deter o poder. Ele tem a custódia da lei; é o lar dos Mistérios e o trono da iniciação. Contém em seu simbolismo o ritual da deidade, e o caminho da salvação é preservado figurativamente em suas obras. Os métodos da deidade são demonstrados em seus templos e sob o Olho que Tudo Vê a obra pode avançar. É uma organização muito mais ocultista do que normalmente é percebido e destina-se a ser a escola de treinamento para os futuros ocultistas avançados. Na Maçonaria você tem os três caminhos que levam à iniciação. Quando a nova religião universal estiver implantada e a natureza do esoterismo for compreendida -- o organismo esotérico, o organismo maçônico e a Igreja serão utilizados como centros de iniciação. Esses três grupos convergirão à medida que seus santuários mais internos forem melhor conhecidos. Não há dissociação entre a Igreja Universal Unificada, o interior sagrado da loja de todos os verdadeiros maçons, e os círculos mais internos das sociedades esotéricas” [Pgs. 511, 513].

Alice Bailey revela muita verdade sobre a Maçonaria nessas suas palavras. A Maçonaria reverencia o Olho que Tudo Vê, do deus egípcio Hórus, que é totalmente satânico. Bailey também liga como organização a Igreja Universal Unificada do Anticristo, a Maçonaria, e outros grupos esotéricos, como os Rosa-cruzes, os Cavaleiros Templários do Oriente, a Ordem Hermética da Alvorada Dourada, e muitos outros grupos de magia ocultista ao longo da história!

Em seguida, Bailey põe as cartas na mesa para todos os que quiserem compreender, quando diz que “a Maçonaria é uma organização muito mais ocultista do que normalmente se percebe e destina-se a ser a escola de treinamento para os futuros ocultistas avançados”, que levarão os EUA e o mundo para a vindoura Nova Ordem Mundial. Essa revelação lança um novo significado sobre os muitos presidentes e vice-presidentes que foram maçons, não lança? Agora percebemos, horrorizados, que esses homens foram ocultistas avançados, que procuraram levar nosso país para longe do Deus Verdadeiro da Bíblia e em direção ao Grande [o Anticristo - Saint-Germain].

Leia mais sobre as revelações de Alice Bailey sobre a Maçonaria. No grupo esotérico, que é composto dos verdadeiros esotéricos espirituais encontrados em todos os grupos ocultistas exotéricos - na Maçonaria você tem os três caminhos que levam à iniciação. Agora eles não são usados e uma das coisas que resultará; quando a nova religião universal dominar, será a utilização dos organismos esotéricos, a Maçonaria e a Igreja como centros de iniciação. Esses três grupos convergem como o interior sagrado da Loja de todos os verdadeiros maçons, e os círculos mais internos das sociedades esotéricas. Três tipos de homens têm suas necessidades atendidas, três raios principais são expressos, e os três caminhos para o Mestre são trilhados, levando todos os três ao mesmo portal e até o mesmo hierofante [Sumo Sacerdote, o Anticristo- pg 513].

Novamente, Bailey proclama para todos que quiserem ouvir que a Maçonaria é a escola de treinamento ocultista para aqueles que serão os apoiadores principais do futuro “Mestre”, “Hierofante”, Anticristo. Ela afirma que a Maçonaria se fundirá no final dos tempos com a Igreja Universal, também conhecida hoje como Movimento Ecumênico. Nas notícias do dia a dia, podemos ver a formação da Igreja Universal, promovida pelo Movimento Ecumênico. No artigo Nº 1094, ‘A Religião Global Agora Está Formada” e em Nº 1143, “Global Religion”, informamos o fato que a religião global já está formada, com o objetivo de estabelece-la completamente em meados do ano 2000. Novamente, advertimos todas as igrejas evangélicas que estão atualmente cooperando com a Igreja Católica Romana no geral e com o Papa especificamente, que estão colaborando para a causa do Anticristo!

Leia mais um pouco do que Alice Bailey escreveu: ‘Não há dúvida, portanto, que a obra a ser feita para familiarizar o público geral com a natureza dos Mistérios. Esses Mistérios serão restaurados à expressão exterior por meio da Igreja da Fraternidade Maçônica” [pg. 514]. O que Bailey quer dizer com “os Mistérios serão restaurados à expressão exterior”? Ela simplesmente quer dizer que a reprimida adoração a Satanás da antiga Babilônia será restaurada à adoração pública. Logicamente, isso é exatamente o que a Bíblia diz que acontecerá na Grande Tribulação [Apocalipse 13]. Parabéns, Maçonaria. Vocês serão uma das duas bases sobre as quais a adoração ao Anticristo e ao Dragão serão estabelecidas!

Bailey continua, “Quando o Grande vier com seus discípulos e iniciados, teremos a restauração dos Mistérios e sua apresentação exotérica, como conseqüência da primeira iniciação. Como pode ser? Porque o Cristo é o Hierofante [Sumo Sacerdote, Anticristo] da primeira e da segunda iniciação, e ele administrará a primeira iniciação nos santuários internos daqueles corpos” [Maçonaria e Igreja - pg 514-515]. Aqui, Bailey afirma enfaticamente que o Cristo, que é o Anticristo, estará trabalhando no santuário mais interno da Maçonaria!

Na pg 517, ao encerrar sua discussão sobre o futuro Cristo da Nova Era [o Anticristo], ela afirma, “Deve a obra progredir conforme desejado, ela poderá marcar o tempo do iminente aparecimento do Grande Senhor e o som dos seus pés”. Neste tempo da história humana, podemos realmente “ouvir o som” dos pés do Anticristo se aproximando. E a Maçonaria, juntamente com o Movimento Ecumênico, está liderando o caminho!

Nossos corações querem alcançar qualquer maçom que esteja enganado pensando que pertence a uma organização “cristã” que faz muitas obras boas. Nossa oração é que o Espírito Santo de Deus revele a verdade espiritual sobre a Maçonaria. Lembre-se, a verdade espiritual é discernida espiritualmente, de forma que você precisa estar receptivo à direção do Espírito Santo sobre este assunto. Caso contrário, rejeitará esta mensagem e todas as outras. Compreenda também que a Maçonaria é tão enganosa aos seus próprios membros que 90% dos maçons são deliberadamente enganados sobre a organização com falsa estórias e com falsas interpretações sobre os símbolos.

Sua vida eterna está em jogo. Receba a verdade sobre a Maçonaria em seu coração e converta-se a Jesus Cristo em arrependimento. Verdadeiramente, as notícias do dia a dia demonstram que estamos vivendo no Fim dos Tempos.

Precisamos voltar ao livro de John J. Robinson, Born in Blood, para apanhar esse relato histórico, ao começarmos a responder à Questão 1, acima:

Como você pode ver, os maçons e outros ocultistas prontamente admitem que os Cavaleiros Templários adoravam Bafomé.

Examinando cuidadosamente os ensinos maçônicos, seus rituais e a origem da linguagem, Robinson concluiu que, “quando o papa Clemente IV conspirou com o rei francês Felipe, em 1313, para prender, interrogar e aniquilar os Cavaleiros Templários, alguns templários franceses escaparam. Além disso, os templários em outros países, especialmente na Grã-Bretanha, puderam escapar da operação de perseguição. Eles se dirigiram à Escócia, pois o rei escocês se recusou a impor a bula papal contra os templários. Aceitando outros templários em sua nova ordem secreta, e muito temerosos de traição, eles evoluíram para a forma de Maçonaria que existe hoje. A ênfase tradicional de sociedade secreta em sinais e apertos de mão e a guarda de segredos faz muito sentido, pois as vidas deles estavam literalmente em risco” [pg 150-1].

Finalmente, em 1717, os maçons sentiram-se seguros o suficiente para estabelecer lojas publicamente.

Durante grande parte dessa era tenebrosa (1313-1717), os Cavaleiros Templários tiveram literalmente de se esconder para preservar suas vidas. A Igreja Católica Romana queria aniquilar totalmente a ordem e pressionava todos os governos na Europa e nas ilhas britânicas para executarem seus éditos assassinos. Até mesmo na Escócia, onde o rei recusou a pressão do Vaticano, esses templários/maçons não podiam se sentir totalmente seguros. Eles sabiam das intrigas que existiam nos palácios; sabiam que, a qualquer momento, o rei amigo poderia morrer ou ser assassinado, e ser substituído por um rei contrário à ordem, que cumpriria os desejos de Roma.

Além disso, quando Roma punha seus tentáculos em uma pessoa, não apenas a matava, mas a torturava também. Na verdade, quando os verdugos de um rei não conseguiam extrair uma “confissão” de uma vítima, os verdugos do Vaticano eram requisitados. Afinal, todos sabiam que os verdugos do papa eram os melhores do mundo! [Born in Blood: The Lost Secrets of Masonry, John J. Robinson, pg 148].
De modo a se protegerem da matança e das torturas de dissidentes religiosos, os príncipes na Europa, principalmente na Alemanha atual, criaram um cristianismo falsificado chamado Rosa-cruz, e ajuntaram-se política e militarmente. Embora as raízes exatas da Rosa-cruz tenham sido escondidas cuidadosamente, os historiadores apontam para um livro obscuro intitulado O Casamento Químico de Christian Rosencreutz, escrito originalmente em 1459 e traduzido para o inglês em 1690. Esse livro é a lenda-chave fundamental para a sociedade secreta luciferiana, a Rosa-Cruz. Veja como um rosa-cruz explica a importância-chave desse livro para o ocultista praticante.

“'O Casamento Químico' é um dos símbolos arquétipos da transformação Alquímica. Existem muitas obras sobre esse assunto, de muitos místicos e autores posteriores. Manly Hall dedicou um capítulo inteiro a esse livro em Secrets Teachings of All Ages... 'O Casamento Químico' é a base para os rituais de iniciação criados pelos rosa-cruzes. Ele representa a união da pessoa, o espírito e a sociedade” [Philosophical Research Society, Publications Department].

Como mencionei anteriormente, a doutrina rosa-cruz foi desenvolvida como uma imitação falsificada do cristianismo, em que os principais dogmas da fé foram misticamente reinterpretados. Na verdade, muito da rosa-cruz foi adaptado do catolicismo romano, a mesma religião que os príncipes alemães temiam e odiavam. Veja um vínculo muito importante na rosa-cruz entre a busca pelo Santo Graal e a Virgem Maria:

“O Graal e a Rosa: duas fontes de sabedoria que fluem uma ao lado da outra, algumas vezes entrando no mesmo canal e fluindo juntas, algumas vezes separando-se para levar a diferentes e encantados caminhos da alma... O Graal... é certamente um dos supremos símbolos da busca por absolutos — verdade, sabedoria, cura, união com o Além — para sair da tradição dos mistérios ocidentais... Mas é com a medieval e especificamente cristã encarnação do Graal que estamos preocupados aqui — como o cálice em que um pouco do sangue sagrado de Cristo foi guardado e que foi usado na primeira grande celebração dos mistérios cristãos da Eucaristia. Aqui já vemos aspectos do nosso tema que serão mais tarde reafirmados nos mistérios da alquimia e sua subseqüente importância para a iluminação rosa-cruz. Desde o início, o Graal foi o vaso que continha um pouco da divindade de Deus e a própria incorporação do vinho na imagem da Eucaristia... é a própria incorporação dessa transubstanciação nos mistério da Eucaristia. Na intensidade da interpretação cristã, é também o ventre de Maria, em que a semente divina é transmutada no corpo do menino Cristo... Com efeito, Maria tornou-se o Graal vivo, um vaso em que o sangue e a essência do Cristo estão ambos contidos... No espectro completo do simbolismo medieval, Maria é a Rainha dos Céus... O símbolo supremo dela é a rosa — Rosa do Mundo, Rosa Alquímica. Ela é a Rainha do Santíssimo Jardim das Rosas em que o Graal está escondido” [The Rosicrucian Enlightnment, pg 27-28].

2. Maçonaria e Sociedade Rosa-Cruz


Na Europa, os príncipes rosa-cruzes, mantiveram a Igreja Católica à distância, protegendo o direito do homem comum de praticar essa religião. Entretanto, nas terras que não estavam sob o domínio militar dos príncipes rosa-cruzes, os maçons e os rosa-cruzes estavam ameaçados a todo o momento de cada dia com prisão, tortura e morte cruel nas mãos do rei da terra, que estava sob o controle de Roma. Para se protegerem, os membros das sociedades secretas criaram e passaram a usar apertos de mão e símbolos secretos, mensagens criptografadas, túneis e até construções subterrâneas para se manterem protegidos de Roma. Portanto, todos os segredos, os extensos túneis e construções subterrâneas mostrados em “A Lenda do Tesouro Perdido” são inteiramente corretos. Para preservar sua integridade física, os maçons na Europa desenvolveram essas artes.

3.   Como a Maçonaria durante a Revolução Americana conseguiu comandar tamanha liderança e tantos recursos governamentais.

A Iluminação Rosa-Cruz alastrou-se também pela Inglaterra. No livro citado anteriormente, The Rosicrucian Enlightenment (pg XI), ficamos sabendo que um dos maiores rosa-cruzes na Inglaterra foi John Dee (1527-1628), que foi assessor e astrólogo da rainha Elizabeth I (Magic Symbols, pg 142). No entanto, o rosa-cruz mais importante de todos os tempos foi Sir Francis Bacon, que serviu no reinado de Elizabeth I no cargo equivalente a Ministro das Relações Exteriores e que serviu ao rei Jaime I como Procurador Geral. Os maçons dão a Sir Francis Bacon o crédito de ser a fonte principal da Maçonaria, criando-a a partir da Sociedade Rosa-Cruz. (Manly P. Hall, The Secret Teachings of All The Ages, pg LXXVIII).

Sir Francis Bacon sentiu a necessidade de recriar as doutrinas rosa-cruzes em Maçonaria porque acreditava que a Sociedade Rosa-Cruz era claramente “cristã” e nunca conseguiria unir com sucesso todas as religiões do mundo sob o planejado Cristo maçônico (o Anticristo). Portanto, ele criou a Maçonaria, mais secularizada, aproveitando muita coisa da doutrina pagã da Sociedade Rosa-Cruz. Hoje, a Maçonaria está unindo o mundo, somente porque é neutra o suficiente para ser adaptada a todas as religiões do mundo.

De acordo com literatura maçônica antigamente secreta, Sir Francis Bacon criou o conceito em conjunto com a rainha Elizabeth I, que o governo britânico deveria empregar todo seu poder e recursos para criar a América do Norte como uma “Nova Atlântida” ocultista, que moveria o mundo para a cobiçada “Nova Ordem Mundial”. Veja como a autora iluminista Elizabeth Van Buren explica os planos ocultos da Grã-Bretanha para a América, observando os cargos de alto escalão que essas autoridades ocupavam:

“... Henry Adams tinha vindo em 1638 às praias deste Admirável Mundo Novo. Ele era membro da secreta Sociedade do Dragão e foi um dos fundadores da Nova Inglaterra. Ele foi o antepassado de dois presidentes dos Estados Unidos, John Adams, o segundo presidente, e John Quincy Adams, o sexto presidente. A Sociedade do Dragão, à qual John Adams pertencia pode ter sido afiliada aos rosa-cruzes. Já vimos que a Serpente ou Dragão simbolizava a Sabedoria Sir Francis Bacon tinha formado, com a ajuda de sua sociedade secreta — composta pelos mais extraordinários intelectuais da Inglaterra, França, Alemanha e Holanda — os planos para a colonização do hemisfério ocidental. Eles passaram discretamente a palavra que, aqui os homens poderiam escapar das injustiças políticas e da intolerância religiosa que os afetava como praga na Europa... Entre aqueles que vieram para as praias distantes da América estavam muitos representantes da Ordem da Busca, como Manly Hall designa a Irmandade, entre eles rosa-cruzes, alquimistas, cabalistas e místicos. Os colonos franceses, ingleses e holandeses que se estabeleceram na costa leste do continente foram doutrinados com os princípios de democracia e tolerância religiosa pela Irmandade”.

“O plano para a Nova Ordem Mundial estava em andamento. Não pode haver dúvidas que os Iluminados tiveram uma mão na formação da nova nação. Thomas Paine, George Washington, Benjamim Franklin, Thomas Jefferson, John Adams e inúmeros outros que estiveram envolvidos na assinatura da Declaração de Independência eram todos maçons, ou membros de alguma outra seita. Os projetos do Grande Selo dos Estados Unidos indicam que eles foram inspirados por pessoas com conhecimento esotérico” [Elizabeth Van Buren, The Secret of the Illuminati, pg .142-44].

Observe que tanto a Sociedade Rosa-Cruz quanto a Maçonaria controlavam os membros de mais alto escalão do governo da Grã-Bretanha, Europa e dos EUA — e isso desde o tempo de Sir Francis Bacon, de 1580 em diante.
Essa realidade significa que enormes recursos do governo fluíram para criar criptografia elaborada, desenhos e métodos de ocultação. Portanto, quando o filme “A Lenda do Tesouro Perdido” mostra o elaboradíssimo sistema de codificação, formado por uma pista que leva a outra, e outra, e outra, pode ter a certeza de que era exatamente assim que os maçons daquele tempo agiam.

Quando você vê que a pista principal estava a bordo de um navio mercante chamado Charlotte e que o capitão do navio pagou com sua vida para proteger o barril em que a pista estava escondida, a Maçonaria daquele tempo comandava o poder e a autoridade do Estado para colocar aquele cachimbo de sepiolita a bordo do Charlotte e ordenar que o capitão o protegesse com a própria vida.

“... a Fraternidade Maçônica... é o lar dos mistérios e o assento da iniciação. É uma organização muito mais ocultista do que pode ser notado e destina-se a ser a escola de treinamento para os vindouros ocultistas avançados. Quando o Grande vier com seus discípulos e iniciados, teremos a restauração dos mistérios...” [Alice Bailey, Externalization of the Hierarchy, pg 511].

Em outras palavras, o Grande, o Anticristo, restaurará os mistérios antigos, que as lojas maçônicas preservaram durante os últimos séculos, como sua religião da Nova Ordem Mundial.

Agora, veja como a autora ocultista Alice Bailey expressa essa verdade de forma mais sucinta:
“Não há dúvida, portanto, que a obra a ser feita em familiarizar o público geral com a natureza dos mistérios é de fundamental importância neste tempo. Esses mistérios serão restaurados para a expressão exterior por meio da igreja e da fraternidade maçônica.

Quando o Grande vier com seus discípulos e iniciados, teremos a restauração dos mistérios e a apresentação exotérica deles como conseqüência da primeira iniciação” [Ibidem, pg 514].
Você compreendeu? No fim do período preparatório que levará à Nova Ordem Mundial, os maçons tomarão a liderança em "familiarizar o público geral com a natureza dos mistérios"!

Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA


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2.      BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
3.      BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
4.      BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
5.      CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
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