TEOLOGIA EM FOCO

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A FORMA FINAL DO PODER MUNDIAL GENTÍLICO - DANIEL CAPÍTULO 2


I.    A VIDA DE DANIEL

Daniel ainda muito jovem foi levado para Babilônia como cativo. Em terra estranha ele serviu fielmente a Deus. Levou uma vida imaculada em meio ao paganismo, idolatria e ocultismo da corte oriental babilônica. Ele foi levado para Babilônia na primeira leva de exilados de Judá, em 606 a.C., quando tinha 14 a 16 anos de idade. Aí viveu no palácio de Nabucodonosor, como estudante, estadista e profeta de Deus, atravessando o reino de todos os reis babilônicos, exceto o primeiro deles – Nabopolassar, pai de Nabucodonosor, fundador do neo-Império Babilônico. Chegou até o Império Persa sob Ciro em 536 a.C (Dn 6.28; 10.1). Prestou cerca de setenta e dois anos de abnegados serviços a Deus e ao próximo.

 II.  AS PROFECIAS DE DANIEL

Em duas ocasiões distintas, o Senhor revela ao profeta Daniel, tipologicamente as figuras dos quatro últimos impérios mundiais; no capítulo 2 e capítulo 7.

Sob as ordens de Nabucodosor, jovens judeus, da linhagem real e dos nobres, deveriam ser escolhidos para estar na presença deste rei. Eles deveriam servi-lo com aconselhamentos e interpretações, possuir boa aparência, ser instruídos em toda a sabedoria, sábios em ciência e entendidos no conhecimento. Deveriam também possuir habilidades para viver no palácio do rei, a fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus (Dn 1.4). Entre estes jovens sobressaem-se quatro jovens judeus. Destes quatro jovens destacamos Daniel, que posteriormente teve seu nome mudado para Beltessazar, que quer dizer “príncipe de Bel”, onde Bel era o nome de um deus babilônico equivalente a Baal e a Marduque, deuses da época.

Daniel por duas vezes teve visões e revelações proféticas na Babilônia. São estas visões que nos trazem luz aos acontecimentos que dar-se-ão no tempo do fim. Através da interpretação destas visões, nos situamos profeticamente e historicamente, podemos assim sentir o peso da responsabilidade de estarmos preparados para quando o fim chegar.

Nestas visões está predito o futuro do mundo gentílico na era dos “últimos dias” (Dn 2.28). Isto alcança os tempos da vinda de Jesus e o estabelecimento do Milênio. A matéria profética deste assunto é tão importante que vem repetida no capítulo 7. Uma das diferenças é que no capítulo 2, a revelação divina veio por meio de um sonho profético ao rei Nabucodonosor, rei da Babilônia; e no capítulo 7, por meio de uma visão profética concedida a Daniel.

III.  O SONHO DO REI NABUCODOSOR - Daniel capítulo 2.

1.  A crise provocada pelo sonho.
Certa noite, o rei Nabucodonosor teve um sonho, uma grande revelação. Ao levantar-se pela manhã esqueceu o que havia sonhado, e seu espírito ficou grandemente perturbado. Então o rei mandou chamar os sábios do palácio: os magos, astrólogos, encantadores, e os caldeus, para revelar ao rei qual tinha sido o seu sonho. Mas, nenhum desses adivinhos e místicos puderam revelar (trazer conhecido) ao rei, o que ele havia sonhado. Jamais alguém poderia revelar sem ajuda divina. Nem mesmo o sonhador ou o próprio Satanás saberia, pois ele não é onisciente para saber os mistérios de Deus.

Porém, Nabucodonosor vendo que não podiam trazer conhecido o seu sonho, fez um decreto ordenando a morte de todos os magos, sábios e encantadores. O profeta Daniel e seus três amigos, Ananias, Misael e Azarias, sendo jovens e recém-formados, não foram chamados pelo rei juntamente com os outros sábios, mas o decreto da matança também os incluía.

Daniel, avisado sobre o decreto, prudentemente foi pedir ao rei que desse-lhe um tempo para que pudesse dar a interpretação do sonho. E em seguida foi para sua casa e comunicou o fato aos seus amigos, que juntos em oração pediram misericórdia ao Senhor Deus, a fim de não perecerem com os demais sábios. Sendo Jeová um Deus compassivo e misericordioso para com seus servos, revelou o sonho do rei ao profeta Daniel numa visão de noite.

2.  Daniel Louva a Deus pela revelação.
Após o Senhor Deus ter revelado o sonho do rei ao profeta Daniel, ele O louvou grandemente dizendo: “Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força; Ele muda os tempos e as horas; Ele remove os reis e estabelece os reis; Ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que está em trevas; e com Ele mora a luz” (Dn 2.20-22).

O Deus de Daniel é o nosso Deus e continua nos dias de hoje, fazendo milagres, operando maravilha e revelando a Sua Palavra aos seus servos, é por isso que Jesus diz: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap 3.22).

Após Daniel ter louvado ao Rei dos reis e Senhor dos senhores, foi ter com o rei Nabucodonosor, não para reivindicar mérito pessoal por revelar o sonho e a interpretação. Devemos tomar cuidado para nunca aceitar mérito e louvor por aquilo que Deus faz através de nós. Mas foi para fazer conhecido ao rei o que ele havia sonhado.

3. Daniel na presença do rei (Dn 2.25-30).

Posto na presença do rei, este jovem judeu declarou as visões que o rei havia tido em sua cama, exatamente como elas aconteceram. Esta primeira visão, embora não tenha sido dada primariamente a Daniel, foi interpretada exclusivamente por ele, e estão registrados em seu livro. Isto causou uma grande surpresa no coração do rei, pois era exatamente o que havia sonhado alguns dias anteriores a este encontro.

Quanto à entrada de Daniel na presença do rei foi algo surpreendente, e Daniel falou as palavras que se seguem:

“Daniel foi levado pelo chefe da guarda, Arioque, ao rei Nabucodonosor que lhe perguntou: Podes tu fazer-me saber o sonho que vi e sua interpretação? E Daniel respondeu-lhe dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem descobrir ao rei. Mas há um Deus no céu, o qual revela os segredos; e Ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça na tua cama são: Tu, ó rei, estavas vindo, e eis aqui uma grande estátua; essa estátua, que era grande, e cujo esplendor era celeste, estava em pé diante de ti; a sua vista era terrível. A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os seus braços, de prata; o seu ventre e as suas coxas, de cobre; as pernas, de ferro; os seus pés, em parte de ferro, em parte de barro. Estava vendo isso, quando uma pedra foi cortada, sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o cobre, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a pragana das eiras no estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra que feriu a estátua se fez um grande monte e encheu toda a terra” (Dn 2.25-34).

DANIEL REVELOU E INTERPRETOU O SONHO (Dn 2.36-43).

Na enorme estátua do sonho do rei, está predita a história das nações dos “tempos dos gentios”, começando por Nabucodonosor até a vinda de Jesus em glória, no término da grande tribulação.

Esta visão revela, em caráter profético, como dar-se-ão os acontecimentos sociais e políticos concernentes aos grandes reinos, impérios e confederações de países no mundo contemporâneo a Daniel, no período posterior aquele e no futuro (nossos dias).

Prosseguindo, vemos Daniel descrevendo o relato da interpretação do tal sonho. E a interpretação, que segundo ele é fiel, pois ela cumpre-se na íntegra na história da humanidade que são os quatro últimos impérios mundiais.


1.  Cabeça de ouro, o reino Babilônico (625 a 538 a.C.).

“Tu, ó rei, és rei de reis, pois o Deus dos céus te tem dado o reino, e o poder, e a força, e a majestade. E, onde quer que habitem filhos de homens, animais do campo e aves do céu, Ele te entregou na tua mão e fez que dominasses sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro” (Dn 2.37-38).

O Império Babilônico representa o começo, o início dos tempos dos gentios. Sobre a expressão “tempos dos gentios”, ler Lc 21.24.

Babilônia nos dias de Nabucodossor, detinha a hegemonia mundial, após ter derrotado a Assíria, em 612 a.C. No ano de 587 a.C. Jerusalém foi destruída, e o povo feito cativo, para cumprir o Deus predisse pelo profeta Jeremias: “...e os farei tornar a esta cidade, e pelejarão contra ela, e a tomarão, e a queimarão ao fogo” (Jr 34.22).

Depois da morte de Nabucodonosor, encontramos entre os seus sucessores o rei Nabonido (556-538 a.c). Belsazar, seu filho, estava como co-regente na cidade da Babilônia, quando o Império Caldeu ruiu derrotado por Ciro, rei da Pérsia.

A cabeça de ouro é a Babilônia, o reino do conquistador Nabucodonosor (Daniel 2.37-38).

2.  O peito e os braços de prata, o reino Medo-Persa.
“E depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu” (2.32-39). Representa a coligação do Império Medo-Persa, o segundo Império mundial.

Para identificar os próximos dois, consideramos uma visão de Daniel no finalzinho do domínio babilônico, relatada no capítulo 8. Nesta visão, Deus mostrou-lhe mais detalhes sobre os próximos dois reinos, e os identificou como a Média-Pérsia (8.20) e a Grécia (8.21). Ligando as duas profecias, percebemos que a parte de prata representa Média-Pérsia, o reino que venceu a Babilônia em 539 a.C.

3.  O ventre e as coxas de cobre, o reino Grego - 2.32-39.
“E um terceiro reino, de metal, o qual terá domínio sobre toda a terra”.
Não pormenores aqui. No capítulo 7, sim. Trata-se do terceiro império mundial, a Grécia. O império que conquistou um território enorme no quarto século a.C.

4.  As duas pernas de ferro, o reino Romano.
“E o quarto reino será forte como ferro; pois, como o ferro esmiúça e quebra tudo, como o ferro quebra todas as coisas, ele esmiuçará e quebrantará” (Dn 2.40).

As pernas são a parte mais longa do corpo, o que indica a extensão do domínio romano. As duas pernas correspondem a divisão do Império Romano em Ocidental e Oriental, ocorrido em 395 d.C.

O reino de ferro teve início cerca de 168 a.C. e dominou o mundo numa amplitude que nenhum império dantes o fizera.

Os pés, em parte é ferro, em parte de barro. (Dn 2.33, 41-43). Ferro e barro não se misturam! Isto revela que neste tempo do fim não haverá “nações unidas” de fato. A propalada união das nações nestes últimos dias através da ONU é uma pro - forma; está previsto nesta profecia. O ferro é o governo ditatorial, totalitário que hoje cada vez aumenta em todos os continentes (v.40). O barro é o governo do povo, democrático, republicano. O barro é formado de partículas soltas, o que indica governo do povo, como apresenta-se o regime democrático. Já o ferro é formado de blocos compactos, indicando poder centralizado. Temos hoje no mundo estas duas formas de governo. Vemos assim pela Palavra de Deus que a última forma de governo na terra será o governo do Anticristo.

Os dez dedos dos pés na imagem (2.41-42) são dez reinos, como forma de expressão final do Império Romano, que aparecerá no governo do Anticristo e do falso profeta, no fim dos dias.

Como os pés são ao mesmo tempo 10 dedos, seria imaginação demais supor que o último império mundial humano será formado por 10 reinos? Não, pois no livro do Apocalipse diz claramente que o último reino dos homens (liderado por um líder soberbo chamado a Besta) será formado inicialmente por exatamente 10 reis (que também são chamados pelo profeta de 10 chifres da Besta). A Profecia é perfeita e combina-se entre si em cada detalhe. Em resumo: Os 10 dedos da estátua formarão um novo reino, com um só propósito (conforme fala Apocalipse, capítulos 13 e 17, os 10 chifres da Besta), mas este reino será um fracasso. Será a última tentativa do homem de fazer a coisa certa, antes do Reino de Deus ser implantado na terra. Esta mistura fracassada de ferro e barro (Oriente e Ocidente) já está acontecendo em nossos dias, como provamos anteriormente. Basta prestar atenção ao noticiário. Líderes mundiais viajam de um lugar para outro, todos falam em Globalização. Em que ponto da estátua encontramo-nos atualmente? JUSTAMENTE NOS DEDOS! Repetimos: Nossa época é a época dos dedos da Estátua! E o que vem depois disso?

A escala decrescente dos valores dos metais na estátua profética (2.32-33). Ouro, prata, bronze, ferro com barro, mostra a degradação da raça humana, na área moral, social e política, basta vermos as notícias mundiais para comprovarmos a imoralidade, corrupção e injustiças que fazem parte da humanidade sem Deus.

IV. O ÚLTIMO REINO MUNDIAL


“Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre” (Dn 2.44).

Nabucodonosor viu, em seu sonho, uma Pedra vindo do céu e atingindo a estátua nos pés? O que ela representa? O Reino de Deus, através de Jesus Cristo, que será implantado em breve, cuja capital será Jerusalém. Em várias partes da Bíblia Jesus é comparado a uma Rocha, uma Pedra para edificação e proteção do seu povo, mas também para destruição dos seus inimigos.

Este reino é proveniente do céu. O versículo 34 diz: “Uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos” No evangelho segundo Mateus 21.42-44, temos a explanação da profecia da Pedra, dada por Jesus, que é a própria Pedra. A Pedra rejeitada por Israel At 4.11: “Este Jesus é a pedra rejeitada por vós”. Pedro referindo-se aos judeus que crucificaram Jesus, pois os judeus não queriam que Jesus reinasse sobre eles; “Não queremos que este reine sobre nós” (Lc 19.14). Paulo em 1ª Co 10.4 também fala sobre Jesus com pedra dizendo: “E beberam todos duma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo” (rf. 1ª Pe 2.4). A Pedra angular da igreja, a pedra de esquina (Ef 2.20).

A Pedra esmiuçará as nações (2.44): “aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó”. Isto é futuro, e refere-se ao Senhor Jesus na sua vinda em glória, com os santos (a Igreja) e os anjos para esmiuçar (quebrar) as nações e estabelecer o seu reino.

O salmista já fazia suas predições dizendo: “Tu os esmigalharás com vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. servi ao Senhor com temor, e alegrai-vos com tremor” (Sl 2.9-11).

Uma montanha nada mais é do que barro e pedra sob diferentes formas. Isto fala de Jesus que nasceria como homem aqui na terra (Is 53.3), sem intervenção humana, isto é, sendo gerado pelo Espírito Santo, e não pelo homem. Algo idêntico ocorrerá quando o Reino de Deus for estabelecido aqui brevemente, ou seja, sem auxílio humano. Sua conquista não será efetuada por armas carnais. “E então será revelado o iníquo (Anticristo), a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor de sua vinda” (2ª Ts 2.8). Quanto à expressão “sem o auxílio de mãos” quer dizer, sem o auxílio de mãos humanas (cf. Dn 8.25).

A pedra bateu violentamente nos pés da estátua e esmiuçou-a. Quatro vezes está dito que a pedra esmiuçou a imagem (Dn 2.34, 40, 44, 45). Portanto, o mundo não findará convertido pela pregação do Evangelho, e sim destruído com violência sobrenatural na vinda de Jesus. Isto ocorrerá em Armagedom, no tempo do domínio mundial das nações confederadas sob o governo do Anticristo (Ap 17.11-13; 19.11-21).

A pedra que Jesus feriu a estátua nos pés, e em seguida destruiu a cabeça, o peito, o ventre e as pernas (2.34). Isto indica que todas as formas de governo representadas por estas partes da estátua, existirão sob a Besta, no futuro que será destruída por Cristo onde será implantado Seu governo por mil anos. Ainda que o Império Romano se reerga, Cristo o destruirá. Nosso Senhor é aquela pedra que, sem esforço humano, abateu-se sobre a estátua vista por Nabucodonosor.

O MERCADO COMUM EUROPEU, ASIÁTICO, MERCOSUL e ALCA: já é o palco para o Anticristo. A estátua começou como uma obra grandiosa e fina, e terminou em pó (2.35). A pedra começou com uma pedra diminuta, mas depois encheu o mundo inteiro: “encheu toda a terra”. Isto mostra a magnitude e poder de Cristo.

A profecia de Daniel afirma: “Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais fizeram-se como a pragana das eiras no estio, e o vento os levou, e não se podia achar nenhum vestígio deles; a pedra, porém, que feriu a estátua tornou-se uma grande montanha, e encheu toda a terra” (Dn 2.35). Os reinos do mundo (e todos os seus súditos) serão destruídos e soprados para muito longe, porém o reino da Pedra (e seus súditos) encherão a terra e reinarão para sempre.

O rei Nabucodonosor viu esta Pedra em seu sonho. A Pedra caiu do céu, atingia a grande estátua nos pés e transformava tudo em pó. Isto representa a Segunda Vinda de Cristo para estabelecer o Seu Reino na terra, após julgar e destruir seus inimigos.

O rei Nabucodonosor ficou estarrecido ao ouvir do profeta Daniel as revelações contidas em seu sonho. Tudo cumpriu-se exatamente como Deus planejou. Cabe a cada pessoa receber a mensagem do Reino e permitir que ele se estabeleça em sua vida.

“Nos dias desses reis”, isto é, na época da unificação deste reino dividido, no tempo de formação deste último império, em outras palavras: em nossa própria época. O nosso tempo é a formação do reino dos dedos da estátua. isto já está acontecendo. Agora só falta a pedra.

Portanto, o 6.º Tempo das Nações, desde Babilônia, está sendo cumprido hoje e será justamente neste período que se levantará o Anticristo (6 é o número do homem rebelde). O 7.º período (O REINO DE JESUS CRISTO) está aproximando-se velozmente. A Profecia é perfeita e a Matemática de Deus também.

Pr. Elias Ribas